Como O Capim-Amargoso Pode Limitar A Produtividade Da Soja

Como o capim-amargoso pode limitar a produtividade da soja?

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O cultivo da soja traz uma série de desafios. Além de pensar em fatores como o clima, realizar o planejamento da adubação, entre outros, o agricultor também precisa estar atento às plantas invasoras. Nesse contexto, o capim-amargoso é uma planta daninha muito comum que pode se propagar rapidamente e causar danos significativos ao desenvolvimento da soja. Entenda melhor como o capim-amargoso pode limitar a produtividade da soja e descubra como fazer a prevenção e controle desse problema de forma mais efetiva! 

O que é o capim-amargoso e como ele prejudica a produtividade da soja? 

O capim-amargoso é uma erva daninha que pode trazer impactos na lavoura de soja, que se refletem na produtividade desse cultivo. Nativo da América do Sul, essa planta invasora cresce rapidamente e pode atingir até 1,5 m de altura.  

Ela é chamada de “amargoso” porque tem um gosto muito desagradável, o que a torna repelente para os animais, que no geral evitam consumi-la. Porém, essa característica não impede o seu crescimento. 

Pertencente à família botânica Poaceae, esse tipo de erva daninha sendo uma gramínea. E vale destacar que, no continente americano, o Brasil lidera em termos de diversidade deste gênero.  

No país, há um amplo espectro de espécies de capim-amargoso, incluindo 26 variedades nativas e 12 exóticas.   

Um dos principais problemas do capim-amargoso na soja é que ele é muito competitivo. Ou seja, ele disputa espaço, água, nutrientes e luz solar com a cultura da soja. Todos esses elementos são essenciais para que as plantas se desenvolvam de maneira adequada. 

Assim, uma invasão de capim-amargoso na lavoura pode levar à redução da produtividade da soja, bem como da qualidade dos grãos. Além disso, essa erva daninha é hospedeira de diversas pragas e doenças, o que pode comprometer ainda mais a saúde do cultivo. 

Cabe notar ainda que, uma vez estabelecido em uma lavoura, através da formação de rizomas e touceiras, o capim-amargoso é notoriamente difícil de controlar. Isso porque a propagação do capim-amargoso ocorre principalmente por meio de sementes. 

Essas, por sua vez, se espalham rapidamente pelo vento, além de poderem ser transportadas pelos equipamentos agrícolas utilizados no cultivo.  

Outro detalhe que faz com que o controle do capim-amargoso seja difícil de controlar é que a planta pode florescer e produzir sementes ao longo de todo o ano, com cada planta gerando até 50 mil sementes, conforme relatado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). 

Diante disso, a prevenção é importante para evitar que o capim-amargoso traga problemas para o cultivo da soja. Mas, como o agricultor pode fazer isso? E o que fazer quando essa planta daninha já invadiu a lavoura? 

Práticas que podem ajudar na prevenção e no controle do capim-amargoso na soja 

Para evitar a proliferação do capim-amargoso na soja, é fundamental adotar medidas preventivas. Uma delas é o uso de sementes de soja de alta qualidade e livre de contaminantes.  

Também é importante realizar a rotação de culturas, intercalando a soja com outras culturas, o que ajuda a quebrar o ciclo de desenvolvimento do capim-amargoso. Nesse sentido, algumas culturas comuns utilizadas em conjunto com a soja são o milho e o algodão. 

Outra prática recomendada é a manutenção da lavoura livre de restos culturais e resíduos vegetais, que podem servir como ambiente propício para a germinação das sementes de capim-amargoso. 

Caso haja infestação do capim-amargoso na lavoura de soja, é preciso agir de forma rápida e eficiente para controlar a sua proliferação.  

Uma das opções é o uso de herbicidas específicos para essa erva daninha. Porém, é importante que o agricultor siga as recomendações do fabricante e respeite os prazos de carência para garantir a segurança dos grãos de soja.  

Além disso, o controle mecânico, como a capina manual, pode ser uma alternativa viável para pequenas áreas. Por fim, o controle biológico, através da introdução de inimigos naturais do capim também pode ser uma ação eficaz. 

É importante ressaltar que o manejo do capim-amargoso na soja deve ser realizado de forma integrada e planejada, considerando as condições climáticas, a intensidade da infestação, o ciclo de vida da erva daninha e as características da lavoura.  

Para isso, é fundamental que o produtor conte com o suporte técnico de agrônomos e outros profissionais especializados em agricultura. Nesse sentido, eles podem orientar o agricultor na implementação do manejo integrado de plantas daninhas (MIPD), que também é uma solução eficiente. 

Outra ação que pode ser importante na prevenção e no controle do capim-amargoso na soja é a atenção à adubação. 

A importância da adubação para evitar prejuízos causados pelo capim-amargoso 

O monitoramento e as ações preventivas são essenciais para evitar os prejuízos causados pelo capim-amargoso na soja. Todavia, a boa adubação também é fundamental para isso.  

A razão para isso é que os nutrientes que as plantas precisam para crescer e se desenvolver também desempenham funções que podem auxiliar na melhor na resistência aos danos causados pelo capim-amargoso.  

Entre esses nutrientes, podemos citar o potássio. Além de atuar na fase reprodutiva das plantas, favorecendo a florada e a formação dos grãos e também ser o nutriente da qualidade agrícola, ele atua na regulação de processo osmóticos que influenciam a abertura e o fechamento dos estômatos.  

Por sua vez, isso ajuda na respiração celular das plantas, ajudando a melhorar a eficácia da fotossíntese e também sendo importante na forma como as plantas lidam com possíveis estresses hídricos. 

No contexto de uma infestação de capim-amargoso na soja, isso é relevante, já que a planta daninha compete com o cultivo pela água. 

Já o fósforo e o boro também atuam de forma positiva nesse sentido. Esses estão diretamente envolvidos na formação do sistema radicular, que é o principal meio através do qual as plantas absorvem a água e os nutrientes do solo. 

Dessa maneira, há um melhor aproveitamento da irrigação e a lavoura tem melhores condições de se manter enquanto os métodos de controle agem.  

Assim, é essencial que o agricultor realize a adubação utilizando fertilizantes eficientes e que tragam mais vantagens para a lavoura. É o caso dos fertilizantes que a Verde Agritech produz, como o K Forte® e o BAKS®. 

 

Uma característica do K Forte® e do BAKS® é que eles são multinutrientes. Além de nutrir as plantas com o potássio e outros nutrientes importantes, eles também são fonte de silício 

Esse é um elemento benéfico que traz vantagens para o manejo, como a melhor resistência aos estresses bióticos, como pragas e doenças, bem como aos estresses abióticos, como o estresse hídrico. Dessa maneira, é possível fazer manejo mais completo com um único fertilizante.  

Além disso, os fertilizantes da Verde Agritech contam com tecnologias exclusivas e inovadoras, que são o seu diferencial em relação a outros fertilizantes utilizados na agricultura.  

Para desenvolvê-las, a Verde Agritech realizou estudos ao longo de anos, em conjunto com instituições de pesquisa renomadas e consolidadas. Isso traz mais eficiência para o manejo nutricional. 

É graças a essas tecnologias inovadoras e exclusivas que o K Forte® e o BAKS® incorporam têm características vantajosas para o manejo, a exemplo da disponibilização gradual dos nutrientes. 

Além de ajudar na construção e manutenção da fertilidade do solo, essa característica também proporciona um efeito residual duradouro no solo. Assim, o investimento do agricultor é valorizado. 

Os fertilizantes da Verde Agritech ajudam a valorizar o investimento do agricultor

Vale destacar que, as tecnologias exclusivas e inovadoras desenvolvidas pela Verde Agritech, está a Bio Revolution. Ela possibilita que os fertilizantes sejam aditivados com microrganismos benéficos, que têm sido cada vez mais valorizados no manejo agrícola 

Esses pequenos seres são parte importante do agroecossistema e trazem muitas vantagens para a agricultura. 

Por exemplo, o consagrado Bacillus aryabhattai, primeiro microrganismo utilizado com a Bio Revolution, tem entre seus vários benefícios a indução da resistência a estresses bióticos e abióticos, a promoção do crescimento das plantas e a disponibilização de nutrientes 

E, uma vez que fertilizantes da Verde Agritech são livres de cloro, eles favorecem o uso de manejos biológicos, incluindo os meios de controle biológicos que são indicados para a prevenção e o controle do capim-amargoso na soja.  

Dessa maneira, a adubação se torna mais efetiva e completa, com mais vantagens para o manejo nutricional! 

Adotar medidas de prevenção e controle, além de realizar uma adubação com fertilizantes eficazes é essencial para que o capim-amargoso não prejudique a soja 

Em resumo, o capim-amargoso é uma planta daninha que causa danos significativos na cultura da soja. Os principais prejuízos são decorrentes da alta capacidade de disseminação e a rápida proliferação dessa erva daninha, o que causa competição pela água, nutrientes e luz.  

Assim, é essencial que os agricultores adotem medidas para minimizar a infestação do capim-amargoso, como práticas agrícolas para evitar a disseminação da planta daninha, a capina manual, a aplicação de herbicidas seletivos e a adoção do manejo integrado de plantas daninhas.  

Além disso, a boa adubação também ajuda a planta a se tornar mais resistente aos estresses que a presença do capim-amargoso na soja traz. Assim, é essencial que o agricultor esteja atento a isso, utilizando fertilizantes eficientes e que tragam mais vantagens para o manejo. 

 

 

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