Produtor de soja de Chapada Gaúcha-MG conta como melhorou a produtividade com o K Forte®

Produtor de soja de Chapada Gaúcha-MG conta como melhorou a produtividade com o K Forte®

Henrique Nilton Aime produz soja e capim em Chapada Gaúcha, Minas Gerais. Vindo do Rio Grande do Sul, ele começou a plantar no município mineiro para expandir os seus negócios. Saiba como ele melhorou a produtividade da soja em uma área de mais de 2000 hectares com o uso do K Forte®.

Ajudando a lavoura a lidar com estresses hídricos

Em busca de formas de melhorar a produtividade e a qualidade da lavoura, Henrique Nilton Aime procurou empresas e tecnologias que pudessem otimizar seu manejo agrícola. Foi então que ele conheceu o K Forte®.

Henrique Nilton conta como o uso do fertilizante potássico da Verde ajudou a prevenir danos devido à estiagem:

“A gente teve um sucesso com todas as empresas que nos ajudaram. Uma foi [a Verde, com] o K Forte®. Nós começamos usar e dá pra ver aqui que a soja levando 22 dias de sol, ela não perdeu nem o baixeiro, continuou verde das primeiras folhas até as últimas folhas aqui em cima.”

Outro efeito positivo observado pelo agricultor foi que a lavoura se manteve sadia. Henrique destaca o enchimento dos grãos e o aproveitamento que ele espera ter:

“Está muito bem carregada, está enchendo o grão hoje e continua uma planta sadia, sem nenhuma doença isso graças ao K Forte®. Essa planta está toda uniforme, 2.000 mil hectares se salvam.”

Mas qual a razão desses resultados positivos?

O K Forte® é rico em silício

A matéria-prima do K Forte® é o Siltito Glauconítico, que é rico em silício. Desde 2015, esse elemento é considerado pela comunidade científica como benéfico para as plantas. Entre os benefícios que o uso do silício na agricultura traz está justamente o aumento da resistência contra estresses abióticos, como estresse hídrico.

Com as mudanças climáticas afetando os períodos chuvosos no Brasil e no mundo, o agricultor tem mais uma preocupação na hora de planejar o manejo agrícola.

Assim, a inclusão do silício na nutrição das plantas pode ajudar a mitigar esse problema. Mas como esse elemento auxilia a planta a lidar com o estresse hídrico? Estudos indicam que o silício melhora a estrutura das plantas, ajudando a regular as perdas de água por evapotranspiração e proporcionando economia no consumo de água, garantindo maior tolerância à seca.

Além disso, o silício torna as paredes celulares das plantas mais espessas, o que também diminui a perda de água. Isso faz com que ela tenha um melhor aproveitamento hídrico, apresentando maior capacidade de lidar com situações de estresse como as provocadas por períodos longos de estiagem.

O silício ainda melhora a resistência aos estresses bióticos, como pragas e doenças, contribuindo para uma lavoura mais sadia. Além de conter silício em sua composição, a glauconita presente no K Forte® apresenta ainda outros benefícios.

A glauconita otimiza a adubação nitrogenada

A glauconita é um mineral que é utilizado como fertilizante nos Estados Unidos desde 1760. Graças a sua estrutura mineralógica, ela melhora a qualidade do solo e possui um benefício importante para a cultura da soja: reduz as perdas de nitrogênio por lixiviação e volatilização.

O nitrogênio é um dos macronutrientes primários e é um dos mais requeridos pela soja. Entre as funções dele no desenvolvimento dessa cultura, estão o enchimento dos grãos e a nodulação adequada da planta.

As moléculas da glauconita conseguem atrair os cátions de amônio (NH4+) presentes no solo, através de ligações químicas.

Graças à sua estrutura física, que possibilita trocas catiônicas, a glauconita ajuda a reduzir a lixiviação e a volatilização do amônio (Fonte: Débora Moreira)

Graças à sua estrutura física, que possibilita trocas catiônicas, a glauconita ajuda a reduzir a lixiviação e a volatilização do amônio (Fonte: Débora Moreira)

Estudos como o que foi conduzido pelo Dr. Carlos Henrique Eiterer de Souza e pelo Dr. Fábio Aurélio Dias Martins, pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), mostram como fontes ricas em glauconita foram eficientes na melhora da adubação nitrogenada.

Nesse experimento, os pesquisadores mediram a volatilização do nitrogênio fornecido através de ureia em conjunto com duas fontes distintas de potássio: uma rica em glauconita e outra sem esse mineral.

Para medir as perdas de nitrogênio, foram utilizados instrumentos chamados câmaras SALE (câmara semiaberta livre estática). Esses dispositivos foram feitos com garrafas de politereftalato de etileno (PET) transparente, com volume de 2L, sem a base. Os resultados mostraram que a fonte de potássio rica em glauconita de fato diminuiu as perdas do nitrogênio.

Veja o depoimento completo de Henrique Nilton Aime sobre o uso do K Forte®:

Uma lavoura mais sadia e com maior uniformidade

A experiência de Henrique Nilton Aime mostra que o K Forte® proporcionou que as plantas de soja se desenvolvessem de forma sadia e com maior uniformidade, mesmo em período de estiagem, garantindo assim a produtividade da lavoura.
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