Cafeicultor De Itamogi - Mg Indica O K Forte®, Fonte Potássica Brasileira Mais Econômica Que O Potássio Importado

Cafeicultor de Itamogi – MG indica o K Forte®, fonte potássica brasileira mais econômica que o potássio importado

João Batista Marques é cafeicultor no município de Itamogi, Minas Gerais. Ele tem utilizado o K Forte®, fonte potássica brasileira mais econômica que o potássio importado, já há duas safras. Saiba como o K Forte® tem ajudado João Batista Marques a economizar no manejo da lavoura e melhorar a qualidade da bebida do café!

O K Forte® trouxe resultados satisfatórios

Nas palavras de João Batista Marques, ele praticamente nasceu na lavoura de café, sendo a terceira geração da família na cafeicultura. Sendo assim, ele tem muita experiência no ramo.

Através do agrônomo e consultor Felipe Lemos, que atende João Batista, o cafeicultor de Itamogi, conheceu o K Forte®. João conta que essa será a segunda safra que ele vai colher depois de utilizar o fertilizante multinutriente da Verde:

“Eu conheci através do Felipe, que me indicou esse produto. É a segunda safra que eu vou colher com a utilização do K Forte®. A gente conseguiu um resultado bem satisfatório com relação à quantidade de potássio no solo e também com relação à bebida do café.”

Mas por que os resultados do K Forte® foram tão satisfatórios para João Batista Marques?

Melhor custo-benefício em relação ao Cloreto de Potássio e melhoria da qualidade da bebida do café

Além de construir adequadamente a fertilidade do solo, satisfazendo as necessidades potássicas e melhorar a qualidade da bebida, um dos motivos pelos quais João Batista Marques ficou satisfeito com o K Forte® foi a economia gerada com o uso do fertilizante da Verde.

João explica que o K Forte® tem um melhor custo-benefício em relação ao Cloreto de Potássio (KCl), o fertilizante potássico convencional mais utilizado na agricultura brasileira.

Além de poder ser utilizado para a produção do composto organomineral que João Batista utiliza no seu manejo nutricional, o cafeicultor conta que aplica o K Forte® antes da colheita, quando o café está esqueletado.

Para João Batista, isso otimiza os custos e processos de produção, já que após a colheita há bastante trabalho a ser feito. Vale lembrar que o K Forte® tem um efeito residual prolongado no solo, o que ajuda a manter os níveis de potássio do solo por mais tempo.

Já o agrônomo Felipe Lemos destaca que o K Forte® é um fertilizante livre de cloro e isso ajuda a promover a saúde biológica do solo.

Felipe conta que já há algum tempo ele trabalha com a cafeicultura sustentável e ressalta que o uso do K Forte® além de prevenir os malefícios que o excesso de cloro causa no solo, ajuda a melhorar qualidade da bebida do café:

“Então, fora ficar livre de cloro, eu acho que um dos aspectos que estão relacionados com a qualidade da bebida é justamente a microbiologia do solo. Porque tem alguns experimentos que falam que a qualidade da sua microbiota é diretamente proporcional à qualidade da bebida que você vai obter.”

Mas, quais são os malefícios do excesso de cloro?

Os impactos do excesso de cloro na microbiota do solo

O cloro é um micronutriente importante para o desenvolvimento vegetal. Entretanto, a quantidade requerida de cloro pelas plantas é muito pequena e, em geral já é fornecida pelo próprio solo.

A composição do Cloreto de Potássio tem um alto teor de cloro, aproximadamente 47% desse elemento. Assim, quando esse fertilizante é utilizado, o agricultor acaba colocando muito cloro no solo.

Isso traz impactos para o solo e para as plantas. O cloro em excesso está relacionado como aumento da salinidade, o que provoca um desequilíbrio do potencial osmótico do solo. Isso faz com que as plantas percam água para o solo, em uma condição chamada de seca fisiológica.

Além disso, quando há esse desequilíbrio do potencial osmótico, os microrganismos do solo também perdem água para o solo. Por isso, o excesso de cloro tem um efeito altamente biocida.

Para efeitos de comparação no artigo Effects of some synthetic fertilizers on the soil ecosystem, a pesquisadora Heide Hermary descreve que aplicar 200kg Cloreto de Potássio é equivalente a despejar 1600 litros de água sanitária no solo.Mesmo A Aplicação De Uma Quantidade Pequena De Cloreto De Potássio (Kcl) No Solo, Como 50Kg Ainda Equivale A Despejar 400 Litros De Água Sanitária, Causando Danos À Microbiota.

Mesmo a aplicação de uma quantidade pequena de Cloreto de Potássio (KCl) no solo, como 50Kg ainda equivale a despejar 400 litros de água sanitária, causando danos à microbiota.

Ademais, o excesso de cloro também prejudica parâmetros importantes do solo e a qualidade da bebida do café.

Como o excesso de cloro prejudica a qualidade da bebida do café?

O excesso de cloro do KCl está ligado ao aumento da compactação do solo, o que afeta o crescimento das raízes das plantas.

No estudo The Potassium paradox: Implications for soil fertility, crop production and human health, o professor de Geologia e Ciência Agrícola da Universidade de Illinois (EUA), Dr. Timothy Ellsworth, juntamente com outros pesquisadores, aponta ainda que:

“O valor estabilizador do KCl há muito tempo é reconhecido na construção de pavimentos e fundações impermeáveis. Infelizmente, as consequências agronômicas [dessa compactação e impermeabilidade] incluem a perda de CTC (Capacidade de Troca Catiônica) e baixa capacidade de retenção de água, o que não traz crescimento e produtividade da lavoura.”

No cafeeiro, o excesso de cloro também afeta a atividade de uma enzima chamada polifenoloxidase (PPO) que está ligada à qualidade do café. É o que demonstra o Doutor em Ciência do Solo Enilson de Barros Silva, no estudo Qualidade de grãos de café beneficiados em resposta à adubação potássica.

Uma das hipóteses levantadas por pesquisadores da área que explicam essa ação inibitória é de que como a PPO é uma enzima cúprica, o excesso dos íons de cloro leva a precipitação do íon Clcom o Cu2+, reduzindo a ativação da enzima.

Como o K Forte® usa o Siltito Glauconítico como matéria-prima, ele é livre de cloro e dos malefícios do excesso desse nutriente para o solo e para a cafeicultura. Além disso, o Siltito Glauconítico é rico em glauconita, um mineral que traz benefícios para o solo, como o aumento da capacidade de retenção de água.

O fato de ser uma matéria-prima brasileira, encontrada em São Gotardo, Minas Gerais, também faz com que o K Forte® tenha vantagens econômicas.

Isso porque a sua produção é cem por cento nacional, tornando-o menos ligado aos fatores que fazem com que o preço fontes de potássio importadas seja mais sujeito a instabilidades.

Por essas razões, João Batista Marques recomenda o uso do K Forte®:

“Eu recomendaria pelo custo. O custo do K Forte®, do potássio do K Forte®, em relação ao Cloreto de Potássio, o custo sai bem mais barato. Então, hoje em dia, com um custo de produção muito alto, se a gente puder reduzir e ter resultados, eu optaria por esse motivo.”

Veja o depoimento completo de João Batista Marques e Felipe Lemos:

 

O K Forte® é um fertilizante potássico com bom custo-benefício

A experiência de João Batista Marques demonstra que o K Forte® é um fertilizante potássico com um bom custo-benefício.

Por ser livre de cloro, ele que favorece a saúde biológica do solo, reduzindo os malefícios que o excesso desse elemento provoca e ajuda a melhorar a qualidade da bebida do café.

Além disso, K Forte® fornece à lavoura nutrientes importantes, como o silício, o magnésio e o manganês, tornando o manejo mais completo e mais eficiente!

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