Agrônomo de Chapada Gaúcha - MG indica fonte de potássio sustentável e rentável

Agrônomo de Chapada Gaúcha – MG indica fonte de potássio sustentável e rentável

João Everton Paulino Ramos Alves é engenheiro agrônomo e administra uma fazenda que produz soja e sementes de capim, em Chapada Gaúcha, Minas Gerais. Em busca de fertilizantes que possibilitassem um manejo agrícola mais sustentável e rentável, ele conheceu o K Forte® em 2018 e vem tendo bons resultados. Saiba como isso foi possível.

Ser sustentável não significa não ter rentabilidade

Como administrador de uma fazenda que produz soja e sementes de capim, João Everton Paulino Ramos Alves queria quebrar o ciclo vicioso do uso de produtos químicos no manejo agrícola e realizar manejos que fossem mais sustentáveis. Assim, em fóruns de agricultura sustentável em Goiânia, ele conheceu o K Forte®.

Aliando o fertilizante multinutriente da Verde com uma fonte alternativa de fósforo, João Everton conseguiu aliar a sustentabilidade à rentabilidade na lavoura. Ele fala sobre como ainda existe um pensamento de que essas coisas são incompatíveis:

“A princípio, quando se fala em sustentabilidade a pessoa já pensa: ‘calma aí, isso não vai ser rentável, no final das contas isso vai ser só ambientalmente bonito, mas não vai ser rentável’. Então, quando você está dentro de uma empresa, a primeira coisa que tem que ser é rentável.”

Hoje, com a mudança de paradigma da agricultura e o surgimento da Nova Revolução Verde, a junção entre sustentabilidade e rentabilidade já não é mais tão irreal. Além disso, a mudança de mentalidade dos consumidores faz com que alimentos produzidos de forma sustentável tenha valor agregado.

Mas, como exatamente o uso do K Forte® possibilitou que João Everton conciliasse esses dois fatores?

Como conseguir um manejo sustentável, mas que seja rentável?

O cuidado com o solo é uma etapa fundamental na hora de pensar o manejo agrícola. Afinal, é o solo que vai ser o ambiente base para o crescimento das plantas e o principal fornecedor de nutrientes para que elas realizem seus processos de desenvolvimento e tenham uma boa produtividade.

A construção da fertilidade do solo envolve o uso de fertilizantes e outros insumos, seja para corrigir parâmetros como o pH, seja para aumentar a quantidade de nutrientes. Antes mesmo de colocar a primeira semente no chão, o agricultor realiza processos como a calagem e a gessagem, para tornar as condições do solo ideais para o desenvolvimento das plantas.

Entretanto, a escolha do fertilizante ideal é fundamental para  esse processo de preparação e construção de fertilidade do solo. Uma agricultura mais sustentável é aquela que está atenta a essa escolha, buscando o uso de fontes alternativas que tornem o manejo mais eficiente.

João Everton Alves fala sobre como o uso do K Forte® tornou isso possível na fazenda que ele administra:

“A gente tentou aliar isso [a rentabilidade] ao manejo mais sustentável, que degradaria menos o meu solo, que contaminaria ele menos com sais e com fertilizantes que seriam ácidos e que atrapalharia todo aquele manejo que eu faço antes, com calcário e até mesmo com gesso. A gente tentou deixar isso mais próximo de algo que é sustentável e rentável ao mesmo tempo. Então, essa fazenda está aqui para provar que é possível ter pelo menos uma manutenção da sua fertilidade usando fontes alternativas de potássio [o K Forte®] e de fósforo.”

Isso é possível graças à matéria-prima do K Forte®: o Siltito Glauconítico. Essa rocha sedimentar encontrada em São Gotardo, Minas Gerais, é rica em potássio, magnésio e manganês, macro e micronutrientes essenciais no desenvolvimento das plantas.

O Siltito Glauconítico ainda é rico em silício, um elemento benéfico para as plantas, que melhora a sua capacidade de lidar com estresses bióticos e abióticos.

Além disso, diferentemente de fertilizantes como o Cloreto de Potássio, a matéria-prima do K Forte® não tem cloro em sua composição. Esse elemento, embora seja um micronutriente importante para as plantas, provoca alguns problemas, como o aumento da salinidade do solo.

Já a glauconita, um mineral presente no Siltito Glauconítico traz muitos benefícios para o solo.

Os benefícios da glauconita

A glauconita é um mineral que é utilizado como fertilizante nos Estados Unidos desde 1760. Graças a sua estrutura mineralógica, a glauconita consegue reter água e nutrientes no solo, melhorando a sua qualidade.

Ela ainda traz mais um benefício importante, em especial: a redução das perdas de nitrogênio por lixiviação e volatilização.

Pertencente ao grupo dos macronutrientes primários, o nitrogênio é um dos nutrientes mais requeridos pela soja. Entre suas funções no desenvolvimento dessa cultura, estão o enchimento dos grãos e a nodulação adequada da planta.

Através de ligações químicas, as moléculas da glauconita conseguem atrair os cátions de amônio (NH4+) presentes no solo.

Graças à sua estrutura física, que possibilita trocas catiônicas, a glauconita ajuda a reduzir a lixiviação e a volatilização do amônio

Graças à sua estrutura física, que possibilita trocas catiônicas, a glauconita ajuda a reduzir a lixiviação e a volatilização do amônio (Fonte: Débora Moreira)

Os pesquisadores da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), Dr. Carlos Henrique Eiterer de Souza e Dr. Fábio Aurélio Dias Martins, realizaram um experimento com fontes ricas em glauconita e demonstraram como elas foram eficientes na melhora da adubação nitrogenada.

Assim, aliando as vantagens de ser uma fonte sem excesso de cloro, rica em potássio, silício, magnésio e manganês, o K Forte® auxiliou João Everton na melhoria da produtividade e sustentabilidade da lavoura. E ele pretende continuar nesse caminho:

“É importante frisar que essa fazenda hoje, neste momento, está 100% com esse manejo alternativo de fertilização. A gente pretende um dia também chegar a ficar livre dos agrotóxicos para poder, de forma rentável, deixar [o manejo agrícola] cada vez mais sustentável.”

Veja o depoimento completo de João Everton Paulino Ramos Alves:

 

O K Forte® ajuda a aliar sustentabilidade e rentabilidade

A experiência de João Everton Paulino Ramos Alves mostra que o uso do K Forte® foi importante para conciliar a rentabilidade da lavoura com a sustentabilidade. O fato de não ter excesso de cloro e ter os benefícios da glauconita ajudou a melhorar a qualidade e a fertilidade do solo.

Além disso a presença de elementos como silício e dos nutrientes magnésio e manganês ajuda a tornar o manejo nutricional da lavoura mais completo, otimizando o custo-benefício do produtor.