Presidente da Verde fala ao Canal Rural sobre como a dependência de fornecedores internacionais de fertilizantes prejudica os produtores brasileiros

A recente disparada do dólar e a escalada da crise provocada pela Covid-19 fizeram o preço dos fertilizantes subir até 6,5% no primeiro semestre de 2020. Os dados são da Scot Consultoria.

Outro levantamento, feito pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP) para o boletim Custos Grãos, indica preço dos principais fertilizantes utilizados na agricultura brasileira teve alta de mais de 200% nos últimos nove anos.

O valor do Cloreto de Potássio (KCl), por exemplo, passou de aproximadamente R$ 750,00 por tonelada no primeiro semestre de 2010 para quase de R$ 1.800,00 por tonelada no primeiro semestre de 2019.

Esses fatores, como a alta do dólar, crises e também atrasos no plantio, impactam diretamente os custos e rendimentos da produção agrícola, já que o uso de fertilizantes é essencial na agricultura.

Outro fator que está atrelado a isso são as práticas dos fornecedores internacionais de fertilizantes.

O CEO da Verde, Cristiano Veloso, falou sobre o assunto em uma entrevista ao Canal Rural:

“Infelizmente, toda vez que a commodity, seja ela qual for, melhora minimamente o preço, os produtores internacionais de fertilizantes aumentam os preços de forma a reduzir a margem do produtor brasileiro. Um cenário extremamente preocupante e que permanece do mesmo jeito há muitos anos”, afirma ele.

Veja a íntegra da entrevista de Cristiano Veloso ao canal Rural:

A dependência de fornecedores externos:

Quase toda a totalidade desses insumos é importada pelo Brasil. No caso do Cloreto de Potássio, 95% dessa commodity é importada.

E vale ressaltar que o país é o segundo maior consumidor desse nutriente: segundo a Associação Nacional de Para a Difusão de Adubos (ANDA), o Brasil usa 10 milhões de toneladas de KCl por ano, o equivalente a 17 bilhões de reais.

Uma das formas de lidar com os altos preços dos fertilizantes é buscar substitutos aos insumos importados. O K Forte®, fertilizante produzido pela Verde e rico em potássio, silício, magnésio, cobalto, zinco e manganês, utiliza matéria-prima nacional.

Feito a partir do siltito glauconítico, ele também proporciona economia ao agricultor por sua eficiência e benefícios que melhoram a estrutura e a produtividade do solo.

Estudos mostram que o K Forte® reduz perdas de nitrogênio por volatilização e lixiviação, além de promover o aumento da capacidade de retenção de água e nutrientes pelo solo.

Por não conter cloro, ele é livre dos malefícios do excesso desse elemento, como a acidificação, salinidade e compactação.

K Forte, seu verdadeiro aliado contra os altos preços dos fertilizantes. Conheça mais sobre o K Forte aqui.