Pesquisa da EPAMIG mostra como o K Forte® melhora produtividade e a qualidade da bebida do café

Pesquisa da EPAMIG mostra como o K Forte® melhora a produtividade e a qualidade da bebida do café

A qualidade da bebida do café é um parâmetro importante na produção de cafés especiais, cujo consumo deve crescer 54% em relação a 2020, de acordo com dados de uma pesquisa da Euromonitor International. Um estudo realizado pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) mostrou que o uso do K Forte® melhora a produtividade e a qualidade da bebida do café. Saiba como isso é possível.

O uso K Forte® melhora a qualidade da bebida do café

A qualidade da bebida é um dos parâmetros mais importantes na hora de fazer a classificação do café. Tendo em vista o crescimento do mercado de cafés especiais, investir em uma produção que melhore a classificação café agrega valor ao produto. E o fertilizante potássico utilizado na hora de fazer o manejo pode influenciar esse parâmetro.

Um estudo da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG), aponta que o uso de K Forte® no cultivo do cafeeiro traz mais qualidade da bebida do café, mais produtividade e efeito residual dos nutrientes no solo.

O experimento foi realizado entre dezembro de 2010 e setembro de 2013, na Fazenda Experimental da EPAMIG, no município de Patrocínio, região do Triângulo Mineiro. A condução dos testes ficou a cargo dos pesquisadores Dr. Paulo Tácito Gontijo Guimarães e Dr. Kaio Gonçalves de Lima Dias.

Os pesquisadores realizaram a preparação do solo, com aplicação de calcário e de uma adubação de plantio.

Após isso, foram plantadas mudas de cafeeiro da espécie Coffea arabica L. Para a plantação, a área de testes foi dividida em diferentes blocos. Nesses blocos, foram aplicados três tratamentos:

  • O primeiro não recebeu nenhuma adubação e serviu como controle.
  • O segundo recebeu 617 kg por hectare de K2O, na forma de Cloreto de Potássio (KCl), somando a adubação de plantio mais a adubação de produção
  • Por fim, o terceiro tratamento recebeu 168 kg por hectare de K2O na forma de K Forte®.

Após a colheita, foram avaliados parâmetros como a produtividade, os teores dos nutrientes no solo e a qualidade da bebida do café, assim como da atividade da enzima polifenoloxidase (PPO). Presente nos grãos do café, essa enzima está ligada à qualidade da bebida.

No artigo Nutrição mineral do cafeeiro e qualidade da bebida, a Dra. Hermínia Emilia Prieto Martinez, afirma que condições adversas, como uma adubação incorreta, ou danos aos frutos prejudicam a atividade da polifenolixidase. E quanto menos atividade da enzima, pior a qualidade da bebida.

Os resultados mostraram que no tratamento com o K Forte® a atividade da polifenoloxidase foi superior em relação ao tratamento com Cloreto de Potássio e da testemunha.

Mas, quais são os motivos que podem explicar a maior atividade dessa enzima importante para a qualidade da bebida do café?

Como o excesso de cloro prejudica a atividade da polifenoloxidase.

Um dos fatores que prejudica a atividade da polifenoloxidase é o excesso de cloro, como demonstrado no estudo Qualidade de grãos de café beneficiados em resposta à adubação potássica, do Doutor em Ciência do Solo Enilson de Barros Silva.

Uma das hipóteses levantadas por pesquisadores da área que explicam essa ação inibitória é de que, como a PPO é uma enzima cúprica, o excesso dos íons de cloro leva a precipitação do íon Cl com o Cu2+, reduzindo a ativação da enzima.

O Cloreto de Potássio, uma das fontes de potássio mais utilizadas na agricultura, tem 47% de cloro, sob a forma do ânion Cl. Assim, o seu uso na cafeicultura pode acarretar em um excesso de cloro sendo aplicado e prejudicar a atividade da PPO.O Cloreto de Potássio tem aproximadamente 47% de cloro em sua composição

O Cloreto de Potássio tem aproximadamente 47% de cloro em sua composição.

Em contrapartida, o K Forte® é um fertilizante potássico que não tem cloro em sua composição, sendo produzido utilizando o Siltito Glauconítico como matéria-prima. Assim, o seu uso não prejudica a atividade da polifenoloxidase e traz uma melhoria na qualidade da bebida do café.

O fato de ser livre de cloro também reduz os efeitos negativos causados pelo excesso desse elemento, por exemplo: o aumento da salinidade e da compactação. Tudo isso afeta o desenvolvimento de plantas mais saudáveis e produtivas.

O K Forte® traz mais produtividade e efeito residual dos nutrientes

Outro resultado do estudo da EPAMIG mostrou que o teor de potássio no solo após o tratamento com K Forte® aumentou: o valor obtido foi de 70 mg/dm3, enquanto o teor de potássio do solo que não recebeu nenhum tratamento foi de 45 mg/dm3.

A produtividade também foi outro parâmetro analisado pelos pesquisadores durante o estudo. Os números mostraram que o tratamento com o K Forte® teve um resultado superior ao da testemunha.

A produtividade de café beneficiado  com o uso de K Forte® foi de 31 sacas por hectare, enquanto o da testemunha foi de 23 sacas por hectare. Isso para a primeira colheita.O uso do K Forte® promoveu um incremento na produtividade do café beneficiado

O uso do K Forte® promoveu um incremento na produtividade do café beneficiado.

Como não houve reaplicação do K Forte® durante o período do estudo, o Dr. Paulo Tácito Guimarães e o Dr. Kaio Gonçalves de Lima Dias afirmam:

“Os dados evidenciam o efeito residual do K Forte® e seu potencial em disponibilizar potássio para as plantas”.

O efeito residual do K Forte® está ligado a uma de suas características, que é a liberação progressiva dos nutrientes. Isso faz com que ele esteja menos suscetível ao fenômeno da lixiviação.

A lixiviação acontece quando os nutrientes se perdem para as camadas mais profundas do solo, longe das raízes das plantas, geralmente em consequência da irrigação ou de fortes chuvas.

Com a liberação progressiva e a menor suscetibilidade à lixiviação, os nutrientes do K Forte® ficam disponíveis por mais tempo no solo, diferente dos fertilizantes convencionais.

Isso reduz as necessidades das reaplicações durante os ciclos produtivos, otimizando o manejo e diminuindo os custos para o produtor.O K Forte® é menos sujeito à ação da lixiviação

O K Forte® é menos sujeito à ação da lixiviação.

K Forte®: Mais benefícios para sua plantação

O estudo da EPAMIG mostrou como o K Forte® é uma fonte de potássio eficiente para a cafeicultura e que favorece a atividade da polifenoloxidase, que ajuda a melhorar a qualidade da bebida.

Além disso, o uso do K Forte® traz os benefícios da sua matéria-prima, o Siltito Glauconítico. Essa rocha sedimentar encontrada em São Gotardo, Minas Gerais, é rica em glauconita, mineral usado como fertilizante desde 1760 nos Estados Unidos.

Outra vantagem do K Forte® é que ele ainda é fonte de outros nutrientes  que participam de processos importantes do desenvolvimento e crescimento das plantas, melhorando a produtividade e a resistência contra pragas e doenças: o silício, o magnésio e o manganês.

Com o K Forte®, sua plantação tem nutrição, seu solo é valorizado e seu patrimônio é protegido.

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