{"id":6575,"date":"2022-04-26T20:48:42","date_gmt":"2022-04-26T23:48:42","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=6575"},"modified":"2024-03-27T11:18:37","modified_gmt":"2024-03-27T14:18:37","slug":"como-a-rizobacteria-bacillus-aryabhattai-atua-na-biorremediacao-do-solo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/como-a-rizobacteria-bacillus-aryabhattai-atua-na-biorremediacao-do-solo\/","title":{"rendered":"Como a rizobact\u00e9ria Bacillus aryabhattai atua na biorremedia\u00e7\u00e3o do solo"},"content":{"rendered":"<p>Nas \u00faltimas d\u00e9cadas, a agricultura vem vivenciando um crescente processo de industrializa\u00e7\u00e3o. Entretanto, esses avan\u00e7os tamb\u00e9m trouxeram consigo muitos desafios relacionados ao aumento dos fluxos de res\u00edduos e da frequ\u00eancia de acidentes com diferentes poluentes.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, o homem tem buscado alternativas para lidar com essas consequ\u00eancias negativas de res\u00edduos t\u00f3xicos na agricultura, principalmente explorando o potencial dos microrganismos para atuarem como biorremediadores do solo. Conhe\u00e7a a seguir como um desses microrganismos, o <em>Bacillus aryabhattai, <\/em>atua no processo de biorremedia\u00e7\u00e3o do solo!<\/p>\n<h2><strong>Os microrganismos utilizados na t\u00e9cnica de biorremedia\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>A <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/tecnicas-agricolas\/saiba-como-a-tecnica-da-biorremediacao-do-solo-torna-a-agricultura-mais-sustentavel\/\">biorremedia\u00e7\u00e3o<\/a> tem sido considerada uma alternativa economicamente acess\u00edvel e ambientalmente sustent\u00e1vel para eliminar ou remover subst\u00e2ncias contaminantes de recursos ambientais, como a \u00e1gua ou o solo.<\/p>\n<p>Essa t\u00e9cnica pode ser realizada de duas formas: \u201cin situ\u201d, no local onde ocorreu a contamina\u00e7\u00e3o, ou \u201cex situ\u201d, quando a por\u00e7\u00e3o contaminada do solo ou da \u00e1gua s\u00e3o levados para tratamento em outro lugar, com o uso de plantas ou microrganismos.<\/p>\n<p>Em raz\u00e3o disso, cada vez mais a ci\u00eancia tem investigado o potencial de diferentes <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/7-beneficios-dos-microrganismos-no-solo\/\">microrganismos<\/a> para serem utilizados na biorremedia\u00e7\u00e3o do solo dos sistemas agr\u00edcolas, visto que algumas subst\u00e2ncias podem ter um grande impacto na sa\u00fade humana e de todos os demais componentes do agroecossistema.<\/p>\n<p>Dentre os diferentes <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/os-microrganismos-do-solo-sao-viloes-ou-aliados-do-agricultor\/\">microrganismos do solo<\/a>, um dos os principais grupos que tem se destacado s\u00e3o as bact\u00e9rias. Isso porque elas s\u00e3o consideradas um grupo com uma ampla exig\u00eancia nutricional, o que permite a degrada\u00e7\u00e3o de diferentes subst\u00e2ncias contaminantes, como inseticidas, herbicidas e metais pesados.<\/p>\n<p>Diversos estudos v\u00eam mostrando, por exemplo, que as <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/rizobacterias-agentes-de-controle-biologico-de-doencas\/\">bact\u00e9rias da rizosfera<\/a>, as\u00a0 endof\u00edticas e as <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-os-mecanismos-do-microrganismo-bacillus-aryabhattai-envolvidos-na-promocao-de-crescimento-de-plantas\/\">promotoras de crescimento de plantas<\/a> s\u00e3o capazes de manipular herbicidas, como o glifosato.<\/p>\n<p>\u00c9 o que explica Nagwa I. Elarabi, e outros pesquisadores, no artigo<em> Bacillus aryabhattai FACU: A promising bacterial strain capable of manipulate the glyphosate herbicide residues.<\/em><\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_49332\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/daCoWmKIINs?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Os microrganismos s\u00e3o um verdadeiro ex\u00e9rcito do bem, que contribuem com biorremedia\u00e7\u00e3o de poluentes do solo.<\/em><\/p>\n<p>Na maioria dos casos, as cepas bacterianas conseguem usar subst\u00e2ncias contaminantes co-metabolicamente. Ou seja, que dependem tamb\u00e9m do uso complementar de outros recursos do ambiente para obter fontes de carbono ou <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/resultados-de-produtos\/pesquisa-da-epamig-aponta-alternativa-para-otimizar-a-adubacao-com-nitrogenio\/\">nitrog\u00eanio<\/a>.<\/p>\n<p>Entretanto, somente em algumas tem sido observada que a utiliza\u00e7\u00e3o e degrada\u00e7\u00e3o desses compostos \u00e9 suficiente para suprir suas demandas metab\u00f3licas, o que torna o processo muito mais eficiente. E esse \u00e9 o caso da rizobact\u00e9ria <em>Bacillus aryabhattai.<\/em><\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-4279039309\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2><strong>A atua\u00e7\u00e3o da rizobact\u00e9ria <em>Bacillus aryabhattai<\/em> na biorremedia\u00e7\u00e3o do solo<\/strong><\/h2>\n<p><em>O <\/em><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/bacillus-aryabhattai-conheca-este-microrganismo-e-seus-beneficios-para-a-agricultura\/\"><em>Bacillus aryabhattai<\/em><\/a><em>, <\/em>\u00e9 uma esp\u00e9cie de rizobact\u00e9ria gram positiva, em formato de bastonete, que foi isolada e identificada pela primeira vez em 2009.<\/p>\n<p>Apesar da sua descoberta recente, essa esp\u00e9cie de <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/rizobacterias-agentes-de-controle-biologico-de-doencas\/\">rizobact\u00e9ria<\/a> tem demostrado um grande potencial para biorremedia\u00e7\u00e3o de metais pesados, como o zinco e o cromo, e de insumos agr\u00edcolas contaminantes.<\/p>\n<p><span class=\"ui-provider hu bry brz bsa bsb bsc bsd bse bsf bsg bsh bsi bsj bsk bsl bsm bsn bso bsp bsq bsr bss bst bsu bsv bsw bsx bsy bsz bta btb btc btd bte btf\" dir=\"ltr\"><div class=\"shortcode_mobile\"><!--mobile-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/e-book-beneficios-do-bacillus-aryabhattai-na-agricultura\/\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Banner_Ebook_Blog_5.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"1000\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div class=\"shortcode_desktop\"><!--desktop-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/e-book-beneficios-do-bacillus-aryabhattai-na-agricultura\/\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2023\/02\/Banner_Ebook_Blog_5_Desktop.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"200\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div><\/span><\/p>\n<p>No artigo <em>Bacillus aryabhattai BA03: a novel approach to the production of natural value-added compounds, <\/em>Alicia Paz e outros pesquisadores observaram que o <em>Bacillus aryabhattai <\/em>BA03 apresentou uma alta taxa de metaboliza\u00e7\u00e3o de compostos fen\u00f3licos.<\/p>\n<p>Essa alta taxa de metaboliza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m foi observada por Santanu Pailan\u00a0 e outros pesquisadores.<\/p>\n<p>No artigo <em>Degradation of organophosphate insecticide by a novel Bacillus aryabhattai strain SanPS1, isolated from soil of agricultural field in Burdwan, West Bengal, India, <\/em>os pesquisadores constataram que o <em>Bacillus aryabhattai <\/em>SanPS1 se mostrou eficiente na degrada\u00e7\u00e3o do Paration, um inseticida organofosforados.<\/p>\n<p>Nesse estudo, os pesquisadores observaram que a degrada\u00e7\u00e3o do Paration acontecia concomitantemente com a forma\u00e7\u00e3o dois principais metab\u00f3litos: 4-nitrofenol e 4-nitrocatecol. Metab\u00f3litos estes que tamb\u00e9m foram decrescendo gradualmente ao longo do tempo, demonstrando tamb\u00e9m a sua metaboliza\u00e7\u00e3o ao final do processo.<img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-6576 aligncenter\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Via-proposta-para-a-degradacao-do-Paration-por-Bacillus-aryabhattai-SanPS1..png\" alt=\"Via proposta para a degrada\u00e7\u00e3o do Paration por Bacillus aryabhattai SanPS1. \" width=\"572\" height=\"107\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Via-proposta-para-a-degradacao-do-Paration-por-Bacillus-aryabhattai-SanPS1..png 572w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Via-proposta-para-a-degradacao-do-Paration-por-Bacillus-aryabhattai-SanPS1.-300x56.png 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2022\/04\/Via-proposta-para-a-degradacao-do-Paration-por-Bacillus-aryabhattai-SanPS1.-150x28.png 150w\" sizes=\"(max-width: 572px) 100vw, 572px\" title=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Via proposta para a degrada\u00e7\u00e3o do Paration por Bacillus aryabhattai SanPS1. (Fonte: PAILAN et al., 2015)<\/em><\/p>\n<p>Dependendo da subst\u00e2ncia contaminante, o <em>Bacillus aryabhattai <\/em>pode utilizar diferentes mecanismos para sua degrada\u00e7\u00e3o. No caso do <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/conheca-o-microrganismo-beauveria-bassiana-e-seus-beneficios-para-a-agricultura\/\">glifosato<\/a>, um herbicida agr\u00edcola, existem duas principais rotas metab\u00f3licas.<\/p>\n<p>A primeira delas, chamada via AMPA, se utilizada da enzima glifosato oxidorredutase (GOX) para quebrar a liga\u00e7\u00e3o C-N ao lado carboxila, produzindo o AMPA e o glioxilato.<\/p>\n<p>J\u00e1 a outra via utiliza-se da atividade da enzima C-P liase para degradar o glifosato em sarcosina, que eventualmente resultar\u00e1 na forma\u00e7\u00e3o de formalde\u00eddo e glicina em uma rea\u00e7\u00e3o catalizada pela sarcosina oxidase. Sendo ambas vias tamb\u00e9m relatadas em diferentes g\u00eaneros de bact\u00e9rias, como o <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/como-os-microrganismos-ajudam-a-disponibilizar-o-potassio\/\"><em>Pseudomonas<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos herbicidas e inseticidas, as enzimas produzidas pelo <em>Bacillus aryabhattai <\/em>tamb\u00e9m vem demonstrando a capacidade de degradar materiais lignocelul\u00f3sicos, como corantes.<\/p>\n<p>No mesmo estudo desenvolvido pela pesquisadora Alicia Paz, ela mencionou que a cepa analisada produziu as enzimas celulase, lacase, peroxidase e pectinase. Enzimas essas que s\u00e3o capazes de degradar compostos como a celulose e a lignina.<\/p>\n<p>Entretanto, cabe ressaltar que a produ\u00e7\u00e3o dessas enzimas depende do atingimento de um limiar m\u00ednimo da subst\u00e2ncia contaminante no ambiente, para que a resposta do microrganismo seja provocada.<\/p>\n<p>\u00c9 o que explicam Alicia Paz e outros pesquisadores, no artigo<em> Biotransformation of phenolic compounds by Bacillus aryabhattai.<\/em><\/p>\n<p>Por fim, o resultado final do processo de biorremedia\u00e7\u00e3o d\u00e1 origem a compostos n\u00e3o nocivos ao meio ambiente.<\/p>\n<p>Compostos estes que, inclusive, podem ser reaproveitados pela ind\u00fastria ou ainda podem ser isolados para serem novamente utilizados no processo de biorremedia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><strong>A aplica\u00e7\u00e3o da rizobact\u00e9ria <em>Bacillus aryabhattai <\/em>tem um amplo potencial na agricultura<\/strong><\/h2>\n<p>Ao longo dos \u00faltimos anos, o processo de biorremedia\u00e7\u00e3o tem se tornado uma importante ferramenta para que os agricultores consigam minimizar os efeitos do aumento dos fluxos de res\u00edduos advindos da industrializa\u00e7\u00e3o agr\u00edcola.<\/p>\n<p>Nesse \u00e2mbito, a aplica\u00e7\u00e3o de microrganismos, a exemplo do\u00a0<em>Bacillus aryabhattai<\/em>, \u00e9 um recurso com o qual os produtores agr\u00edcolas podem cada vez mais contar. Isso levando em conta o potencial desses microrganismos de degradar de forma eficiente subst\u00e2ncias contaminantes presentes no agroecossistema!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Descubra como o microrganismo Bacillus aryabhattai atua na biorremedia\u00e7\u00e3o do solo, auxiliando na minimiza\u00e7\u00e3o dos efeitos de res\u00edduos t\u00f3xicos na agricultura.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":6577,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[197],"tags":[466,624,885,268],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6575"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6575"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6575\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6577"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6575"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6575"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6575"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}