{"id":629,"date":"2020-09-14T23:14:18","date_gmt":"2020-09-15T02:14:18","guid":{"rendered":"http:\/\/navy-brainy-crate.blogs.rockstage.io\/?p=629"},"modified":"2023-01-10T11:43:14","modified_gmt":"2023-01-10T14:43:14","slug":"fertirrigacao-cafe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/fertirrigacao-cafe\/","title":{"rendered":"Caf\u00e9 irrigado: Saiba como ter sucesso neste manejo e se ele \u00e9 ideal para sua fazenda"},"content":{"rendered":"<h2>Nos \u00faltimos 15 anos, a produtividade m\u00e9dia nacional da cafeicultura passou de 15 para 31,6 sacas beneficiadas por hectare, com lavouras-modelo ultrapassando 60 sacas em m\u00e9dia.<\/h2>\n<p>Essa fatia irrigada corresponde de 25% a 30% da produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<p>No dia 20 de agosto, o evento <strong>Encontro com Gigantes<\/strong>, promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte\u00ae, recebeu o Dr. Ricardo Teixeira, especialista em fertirriga\u00e7\u00e3o. Ricardo \u00e9 engenheiro agr\u00f4nomo, mestre e doutor em fisiologia vegetal, professor, pesquisador e consultor<\/p>\n<p class=\"ql-align-center\"><strong>A conversa pode ser vista na \u00edntegra aqui:<\/strong><\/p>\n<p><iframe class=\"ql-video\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/-n9AdFloPmY?showinfo=0\" width=\"718\" height=\"411\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos a cada 10 projetos de irriga\u00e7\u00e3o, como relatou Dr. Ricardo Teixeira, oito s\u00e3o feitos por gotejamento, ou seja, irriga\u00e7\u00e3o localizada por tubo gotejador. Conhe\u00e7a os sistemas mais usados:<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-2565838167\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>Sistemas da cafeicultura irrigada<\/h2>\n<p>Basicamente, os sistemas de irriga\u00e7\u00e3o para o cafeeiro podem ser divididos em dois grandes grupos: sistemas de irriga\u00e7\u00e3o em \u00e1rea total (piv\u00f4 central e aspers\u00e3o) e sistema de irriga\u00e7\u00e3o localizada (lepa, gotejamento, tripa).<\/p>\n<p>Dr. Ricardo comentou sobre as m\u00e9dias de produtividade em sacas\/ha em diferentes tipos de manejo de caf\u00e9:<\/p>\n<p>-Sequeiro com manejo ruim = 15 a 30 sacas<\/p>\n<p>-Sequeiro com manejo razo\u00e1vel = 30 a 35 sacas<\/p>\n<p>-Irrigado com manejo razo\u00e1vel = 35 a 45 sacas<\/p>\n<p>-Irrigado com bom manejo = 45 a 55 sacas<\/p>\n<p>-Fertirrigado com bom manejo = 55 sacas<\/p>\n<p>-Fertirrigado com manejo ruim = 25 a 35 sacas<\/p>\n<h2>Problemas e desafios da cafeicultura irrigada no Brasil<\/h2>\n<p>A cafeicultura irrigada no Brasil cresce, como apresentou Dr. Ricardo Teixeira, mas apresenta alguns problemas em rela\u00e7\u00e3o ao manejo e estrutura, especialmente nas \u00e1reas de irriga\u00e7\u00e3o localizada: controle de \u00e1gua (qualidade e quantidade), uso de fertilizantes inadequados (cloretos, ureia e sulfatos) frequ\u00eancia de fertirriga\u00e7\u00e3o e falta de m\u00e3o-de-obra capacitada.<\/p>\n<p>Teixeira falou que n\u00e3o existe nenhuma disciplina nas universidades que ensine a fertirriga\u00e7\u00e3o, t\u00e3o comum na Europa, mas aqui ainda pouco explorada. E que, aos poucos as pessoas que trabalham na \u00e1rea aprendem com acertos e erros, pois infelizmente n\u00e3o existe material t\u00e9cnico especificamente para a cafeicultura.<\/p>\n<h2>Mas afinal, o que \u00e9 a fertirriga\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<p>Fertirriga\u00e7\u00e3o \u00e9 a t\u00e9cnica de aplica\u00e7\u00e3o de fertilizantes atrav\u00e9s da \u00e1gua de irriga\u00e7\u00e3o. Para isso, utiliza-se a pr\u00f3pria estrutura do sistema de irriga\u00e7\u00e3o e fertilizantes sol\u00faveis em \u00e1gua. Na irriga\u00e7\u00e3o localizada \u00e9 necess\u00e1rio criar e manter um ambiente favor\u00e1vel de bulbo \u00famido para a regi\u00e3o das ra\u00edzes, mantendo essa regi\u00e3o sempre saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>\u201cPara o sucesso da fertirriga\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1rio avaliar constantemente a quantidade e a distribui\u00e7\u00e3o do sistema de irriga\u00e7\u00e3o. Os fertilizantes devem apresentar pureza, alta solubilidade, baixa condutividade el\u00e9trica, pouca varia\u00e7\u00e3o no pH, al\u00e9m de ter compatibilidade com outros\u201d.<\/p>\n<h2>Qual mat\u00e9ria org\u00e2nica devo usar na fertirriga\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n<ul>\n<li>Esterco<\/li>\n<li>Compostos feitos na propriedade<\/li>\n<li>Compostos industrializados<\/li>\n<li>Res\u00edduos industriais<\/li>\n<li>\u00c1cidos h\u00famicos e f\u00falvicos<\/li>\n<\/ul>\n<h2>O que define a produtividade na cafeicultura?<\/h2>\n<p>Tr\u00eas itens principais: fatores gen\u00e9ticos, culturais e ambientais<\/p>\n<ul>\n<li>Fatores gen\u00e9ticos: efici\u00eancia biol\u00f3gica (adapta\u00e7\u00e3o ao meio e potencial produtivo)<\/li>\n<li>Fatores culturais: controle fitossanit\u00e1rio<\/li>\n<li>Fatores ambientais: clima e local de cultivo<\/li>\n<\/ul>\n<p>Fatores ambientais e de tratos culturais contribuem ou n\u00e3o para que a carga gen\u00e9tica possa se expressar e atingir o m\u00e1ximo em volume\/qualidade.<\/p>\n<p>Dr. Ricardo Teixeira, explica que a maioria dos produtores de caf\u00e9 fazem aduba\u00e7\u00e3o mista e seguem essa metodologia:<\/p>\n<p>\u201cGeralmente de setembro at\u00e9 o final de outubro, quando ocorrem menos chuvas, e \u00e9pocas de veranico de janeiro e fevereiro s\u00e3o feitas as aduba\u00e7\u00f5es s\u00f3lidas. Al\u00e9m dos meses mar\u00e7o, abril e maio, onde concentra-se as inje\u00e7\u00f5es nesse per\u00edodo\u201d.<\/p>\n<p>Segundo Ricardo, a demanda do nitrog\u00eanio e do pot\u00e1ssio na fertirriga\u00e7\u00e3o do cafeeiro \u00e9 elevada. E \u00e9 necess\u00e1rio adicionar mat\u00e9ria org\u00e2nica constantemente ao solo.<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos! Confira toda a programa\u00e7\u00e3o do Encontro com Gigantes e fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o pelo link: <a href=\"https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes <\/a><\/p>\n<p><strong>Dr. Ricardo Teixeira<\/strong> &#8211; Engenheiro agr\u00f4nomo, mestre e doutor em Fisiologia Vegetal, professor, pesquisador e consultor<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nos \u00faltimos 15 anos, a produtividade m\u00e9dia nacional da cafeicultura passou de 15 para 31,6 sacas beneficiadas por hectare, com lavouras-modelo ultrapassando 60 sacas em m\u00e9dia.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":2368,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[22,8],"tags":[67,69,885,70,68],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/629"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=629"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/629\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2368"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=629"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=629"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=629"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}