{"id":4177,"date":"2021-08-26T21:01:25","date_gmt":"2021-08-27T00:01:25","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=4177"},"modified":"2024-03-15T11:54:04","modified_gmt":"2024-03-15T14:54:04","slug":"tres-melhores-estrategias-de-correcao-do-solo-para-otimizar-a-adubacao-potassica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/tres-melhores-estrategias-de-correcao-do-solo-para-otimizar-a-adubacao-potassica\/","title":{"rendered":"Tr\u00eas melhores estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo para otimizar a aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica"},"content":{"rendered":"<div>O pot\u00e1ssio geralmente \u00e9 o segundo macronutriente mais exigido pelas plantas. Entretanto, ele pode ter sua disponibilidade comprometida se as condi\u00e7\u00f5es do solo n\u00e3o forem adequadas. Entenda quais s\u00e3o as melhores estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo para otimizar o desempenho da aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica na sua lavoura.<\/div>\n<h2><strong>A disponibilidade de pot\u00e1ssio e as estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo<\/strong><\/h2>\n<p>As melhores pr\u00e1ticas de corre\u00e7\u00e3o do solo para otimizar a aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica s\u00e3o aquelas que conseguem mitigar ou eliminar os fatores que limitam a disponibilidade de <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/por-que-as-plantas-precisam-de-potassio-na-agricultura\/\">pot\u00e1ssio<\/a> no solo. Os principais fatores limitantes s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Natureza e quantidade de minerais de argila;<\/li>\n<li>pH;<\/li>\n<li>Natureza dos c\u00e1tions troc\u00e1veis.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Grande parte desses fatores est\u00e3o envolvidos com o equil\u00edbrio entre \u00edons no solo e as pr\u00e1ticas de corre\u00e7\u00e3o do solo, ent\u00e3o s\u00e3o aquelas que visam restabelecer esse equil\u00edbrio. Nesse sentido, algumas estrat\u00e9gias podem ser adotadas:<\/p>\n<h3><strong>1) Promover o aumento da atividade microbiana do solo<\/strong><\/h3>\n<p>O pot\u00e1ssio \u00e9 um nutriente cati\u00f4nico, ou seja, apresenta uma carga positiva na solu\u00e7\u00e3o do solo. Essa caracter\u00edstica faz com que ele possa ficar retido nas part\u00edculas do solo, num fen\u00f4meno conhecido como adsor\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, naturalmente quase totalidade do pot\u00e1ssio dos solos est\u00e1 na fase mineral, principalmente nos minerais de argila.<\/p>\n<p>Os minerais de argila s\u00e3o um dos elementos que fazem parte da <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/composicao-do-solo-por-que-e-importante-conhecer-seu-solo\/\">composi\u00e7\u00e3o do solo.<\/a> Eles s\u00e3o formados por part\u00edculas de dimens\u00f5es muito pequenas e s\u00e3o os produtos finais e est\u00e1veis do processo de intemperismo das rochas.<\/p>\n<p>Os argilominerais s\u00e3o classificados de acordo com a sua composi\u00e7\u00e3o qu\u00edmica e a sequ\u00eancia do agrupamento das l\u00e2minas tetra\u00e9dricas e octa\u00e9dricas. Aquelas denominadas 1:1 tem uma menor capacidade de adsorver (reter) as mol\u00e9culas dos elementos presentes no solo, do que as argilas denominadas 2:1.<\/p>\n<p>Ou seja, solos com maiores teores de argilas 2:1, em especial aquelas com alta densidade de carga negativa, tem uma maior reserva de m\u00e9dio e longo prazo de pot\u00e1ssio.<\/p>\n<p>Segundo os resultados da pesquisa de Vander de Freitas Melo e demais pesquisadores no artigo <em>Import\u00e2ncia das esp\u00e9cies minerais no pot\u00e1ssio total da fra\u00e7\u00e3o argila de solos do Tri\u00e2ngulo Mineiro, <\/em>a contribui\u00e7\u00e3o dos minerais prim\u00e1rios facilmente intemperiz\u00e1veis (mica e feldspato-K) foi importante para a reserva de pot\u00e1ssio da fra\u00e7\u00e3o argila dos solos do Tri\u00e2ngulo Mineiro.<\/p>\n<p>Mas, como os microrganismos s\u00e3o capazes de atuar na libera\u00e7\u00e3o do pot\u00e1ssio adsorvido e retido no solo? Alguns autores sugerem que os \u00e1cidos org\u00e2nicos produzidos pelos <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/os-microrganismos-do-solo-sao-viloes-ou-aliados-do-agricultor\/\">microrganismos do solo<\/a> acidificam o meio e podem desestabilizar os minerais presentes e liberar o pot\u00e1ssio.<\/p>\n<div>\n<div class=\"copy-paste-block\">\n<div>\n<div class=\"copy-paste-block\">Esse efeito \u00e9 visto no estudo <em>Intera\u00e7\u00e3o de microrganismos na solubiliza\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforo e p\u00f3t\u00e1ssio de rochas para produ\u00e7\u00e3o de biofertilizantes<\/em> da autora Val\u00e9ria Nogueira Silva.<\/div>\n<div class=\"copy-paste-block\"><\/div>\n<div class=\"copy-paste-block\">Nele, foi avaliado o potencial da <a tabindex=\"-1\" title=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-a-importancia-da-microbiota-do-solo-e-da-inoculacao-de-microrganismos\/\" href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-a-importancia-da-microbiota-do-solo-e-da-inoculacao-de-microrganismos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">inocula\u00e7\u00e3o<\/a> de diferentes bact\u00e9rias na solubiliza\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio, uma vez que elas s\u00e3o produtoras de uma grande variedade de metab\u00f3litos, incluindo \u00e1cidos org\u00e2nicos.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-4179 size-full\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Curva-de-liberacao-de-potassio-em-po-de-rocha-potassica-inoculada-com-Paenibacillus-polymyxa-Ralstonia-solanacearum..png\" alt=\"Curva de libera\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio em p\u00f3 de rocha pot\u00e1ssica inoculada com Paenibacillus polymyxa + Ralstonia solanacearum. \" width=\"454\" height=\"227\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Curva-de-liberacao-de-potassio-em-po-de-rocha-potassica-inoculada-com-Paenibacillus-polymyxa-Ralstonia-solanacearum..png 454w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Curva-de-liberacao-de-potassio-em-po-de-rocha-potassica-inoculada-com-Paenibacillus-polymyxa-Ralstonia-solanacearum.-300x150.png 300w\" sizes=\"(max-width: 454px) 100vw, 454px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Curva de libera\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio em p\u00f3 de rocha pot\u00e1ssica inoculada com Paenibacillus polymyxa + Ralstonia solanacearum. (Fonte: Silva, 2013)<\/em><\/p>\n<h3><strong>2) Ajustar o pH do solo atrav\u00e9s da calagem<\/strong><\/h3>\n<p>O pH, tamb\u00e9m conhecido pelo termo potencial hidrogeni\u00f4nico, \u00e9 um indicador de acidez, neutralidade ou alcalinidade de uma solu\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s de uma escala logar\u00edtmica que varia de 0 a14, ele fornece um par\u00e2metro para avaliar se a solu\u00e7\u00e3o do solo \u00e9:<\/p>\n<ul>\n<li>\u00c1cida: pH menor que 7;<\/li>\n<li>Neutra: pH igual a 7;<\/li>\n<li>B\u00e1sica: pH maior que 7.<\/li>\n<\/ul>\n<p>A limita\u00e7\u00e3o da disponibilidade de pot\u00e1ssio e outros nutrientes geralmente acontece quando os solos s\u00e3o \u00e1cidos. Nessas condi\u00e7\u00f5es os altos teores de alum\u00ednio acabam limitando a disponibilidade de macronutrientes e micronutrientes.<img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-4180 size-full\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Efeito-do-pH-na-disponibilidade-dos-nutrientes-no-solo..png\" alt=\"Efeito do pH na disponibilidade dos nutrientes no solo. \" width=\"378\" height=\"287\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Efeito-do-pH-na-disponibilidade-dos-nutrientes-no-solo..png 378w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/08\/Efeito-do-pH-na-disponibilidade-dos-nutrientes-no-solo.-300x228.png 300w\" sizes=\"(max-width: 378px) 100vw, 378px\" title=\"\"><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Efeito do pH na disponibilidade dos nutrientes no solo. (Fonte: MALAVOLTA, 1980)<\/em><\/p>\n<p>A Embrapa Arroz e Feij\u00e3o ainda destaca que os solos \u00e1cidos t\u00eam, em geral, baixa capacidade de troca de c\u00e1tions, baixa satura\u00e7\u00e3o por bases e baixa capacidade de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua, o que provoca a <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/como-otimizar-o-uso-da-agua-no-solo-atraves-do-siltito-glauconitico\/\">defici\u00eancia h\u00eddrica<\/a> das plantas.<\/p>\n<p>A condi\u00e7\u00e3o de acidez se estabelece quando o pH da solu\u00e7\u00e3o do solo \u00e9 menor que 7 e pode ser induzida por condi\u00e7\u00f5es que alguns manejos agr\u00edcolas propiciam, como<\/p>\n<ul>\n<li>Exporta\u00e7\u00e3o e pela lixivia\u00e7\u00e3o de nutrientes do solo (bases troc\u00e1veis);<\/li>\n<li>Intensifica\u00e7\u00e3o do ciclo da <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/tecnicas-agricolas\/beneficios-da-compostagem-para-a-producao-agricola\/\">mat\u00e9ria org\u00e2nica<\/a> do solo;<\/li>\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o de fertilizantes com efeito acidificante.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m de ser necess\u00e1rio evitar essas condi\u00e7\u00f5es, na maioria das vezes a condi\u00e7\u00e3o de acidez j\u00e1 est\u00e1 presente no local. Nesses casos, \u00e9 preciso corrigir o pH do solo com a utiliza\u00e7\u00e3o de insumos agr\u00edcolas, como o calc\u00e1rio.<\/p>\n<p>Quando aplicado no solo, o <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/solo\/aplicacao-de-calcario-conheca-as-vantagens-e-os-riscos-desta-tecnica-agricola\/\">calc\u00e1rio<\/a> entra em contato com a umidade e libera \u00edons, que ser\u00e3o respons\u00e1veis tanto pela reposi\u00e7\u00e3o de nutrientes essenciais para as plantas, quanto pela sua finalidade mais conhecida: a corre\u00e7\u00e3o da acidez na camada ar\u00e1vel do solo.<\/p>\n<p>A corre\u00e7\u00e3o acontece quando os \u00e2nions liberados reagem com os c\u00e1tions de hidrog\u00eanio livres, reduzindo a acidez do solo. O mecanismo de neutraliza\u00e7\u00e3o dos c\u00e1tions, tamb\u00e9m tem um papel essencial na estrutura do solo, reduzindo a <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/o-que-e-a-compactacao-do-solo-e-como-ela-pode-afetar-as-plantas\/\">compacta\u00e7\u00e3o<\/a> atrav\u00e9s do mesmo mecanismo de neutraliza\u00e7\u00e3o dos c\u00e1tions.<\/p>\n<p>Essa altera\u00e7\u00e3o f\u00edsica se torna poss\u00edvel pois os c\u00e1tions respons\u00e1veis pela acidez e toxidade nos solos \u00e1cidos s\u00e3o os principais agentes floculantes dos coloides. \u00c9 o que explicam os pesquisadores M. Morelli e E.B. Ferreira, no artigo <em>Efeito do carbonato de c\u00e1lcio e do fosfato diam\u00f4nico em propriedades eletroqu\u00edmicas e f\u00edsicas de um Latossolo<\/em>, publicado na Revista Brasileira de Ci\u00eancia do Solo.<\/p>\n<h3><strong>3) Neutralizar elementos t\u00f3xicos que inibem a absor\u00e7\u00e3o de pot\u00e1ssio pelas plantas com a aplica\u00e7\u00e3o de gesso<\/strong><\/h3>\n<p>S\u00e3o considerados elementos potencialmente t\u00f3xicos todos aqueles capazes de gerar efeitos negativos na planta com o seu ac\u00famulo, como o alum\u00ednio. Um dos principais efeitos negativos gerados pela presen\u00e7a do alum\u00ednio no solo \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o do potencial produtivo das plantas por inibir a principal via de assimila\u00e7\u00e3o de nutrientes: <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/como-as-raizes-ajudam-a-tornar-o-uso-do-solo-mais-sustentavel\/\">as ra\u00edzes.<\/a><\/p>\n<p>No artigo <em>Fitotoxicidade do alum\u00ednio: efeitos, mecanismo de toler\u00e2ncia e seu controle gen\u00e9tico, <\/em>as pesquisadoras Cinara L. Echart e Suzana C.-Molina destacam que a inibi\u00e7\u00e3o do crescimento da raiz \u00e9 o sintoma vis\u00edvel mais r\u00e1pido da toxicidade do alum\u00ednio em plantas, podendo conduzir \u00e0 <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/dicas-para-entender-como-as-interacoes-entre-os-nutrientes-influenciam-a-dinamica-do-potassio-do-solo\/\">defici\u00eancia mineral<\/a> e <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-como-o-silicio-reduz-os-danos-causados-pelo-estresse-hidrico\/\">estresse h\u00eddrico<\/a>.<\/p>\n<p>As pesquisadoras explicam que a presen\u00e7a do alum\u00ednio no solo ainda \u00e9 potencializada pelas condi\u00e7\u00f5es de acidez no solo, em que o hidrog\u00eanio (H<sup>+<\/sup>) atua sobre as part\u00edculas de argila do solo, liberando \u00edons alum\u00ednio (Al<sup>3+<\/sup>) que ficam predominantemente retidos nelas.<\/p>\n<p>Uma das formas de se reduzir a quantidade de alum\u00ednio ao longo do perfil do solo \u00e9 com a aplica\u00e7\u00e3o do <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/solo\/saiba-quais-sao-os-efeitos-da-aplicacao-do-gesso-agricola-no-solo\/\">gesso agr\u00edcola<\/a>, tamb\u00e9m conhecido como sulfato de c\u00e1lcio. O gesso agr\u00edcola quando entra em contato com a \u00e1gua, libera \u00edons de c\u00e1lcio e sulfato.<\/p>\n<p>Pelo princ\u00edpio da Lei de Coulomb, os \u00edons de alum\u00ednio que possuem carga positiva v\u00e3o se ligar com os \u00edons de sulfato que possuem cargas negativas. Essa rea\u00e7\u00e3o resulta na forma\u00e7\u00e3o de sulfato de alum\u00ednio, uma forma pouco absorvida pelas ra\u00edzes das plantas.<\/p>\n<p>Assim como outros insumos e fertilizantes utilizados na lavoura, a aplica\u00e7\u00e3o do gesso agr\u00edcola exige uma an\u00e1lise pr\u00e9via das condi\u00e7\u00f5es em que o solo se encontra. Os principais fatores que indicam a necessidade dessa aplica\u00e7\u00e3o s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Os teores de c\u00e1lcio de alum\u00ednio;<\/li>\n<li>A satura\u00e7\u00e3o por alum\u00ednio;<\/li>\n<li>A satura\u00e7\u00e3o por bases do solo, que \u00e9 ligada a <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/consultores-do-agro\/como-entender-sobre-a-fertilidade-do-solo-ajuda-na-escolha-dos-fertilizantes\/\">fertilidade do solo<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Mas, existem cuidados a serem tomados com o emprego dessas diferentes estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-1847180926\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2><strong>Os cuidados com o manejo da gessagem e calagem<\/strong><\/h2>\n<p>Tanto a calagem, quanto a gessagem, podem gerar condi\u00e7\u00f5es indesejadas no solo se o manejo n\u00e3o for adequado. Os principais problemas relacionados ao uso excessivo do gesso agr\u00edcola e <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/solo\/aplicacao-de-calcario-conheca-as-vantagens-e-os-riscos-desta-tecnica-agricola\/\">calc\u00e1rio<\/a> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Gesso agr\u00edcola: potencial para contamina\u00e7\u00e3o do len\u00e7ol fre\u00e1tico e o risco de lixivia\u00e7\u00e3o de nutrientes indesejados;<\/li>\n<li>Calagem: mineraliza\u00e7\u00e3o excessiva da mat\u00e9ria org\u00e2nica, redu\u00e7\u00e3o da disponibilidade de f\u00f3sforo e propicia\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es de defici\u00eancia de mangan\u00eas nas plantas.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dessa forma, a <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/produtos-da-verde\/entenda-o-que-e-o-baks-e-as-suas-vantagens-para-uma-nova-agricultura\/\">aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica<\/a> com fontes adequadas deve estar aliada ao uso consciente e t\u00e9cnico das estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo para otimizar a disponibilidade e desempenho do pot\u00e1ssio no solo.<\/p>\n<div class=\"shortcode_mobile\"><!--mobile-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-MOBILE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Mobile.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"400\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div class=\"shortcode_desktop\"><!--desktop-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-DESKTOP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Desktop1.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"200\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda quais s\u00e3o as melhores estrat\u00e9gias de corre\u00e7\u00e3o do solo para otimizar o desempenho da aduba\u00e7\u00e3o pot\u00e1ssica na sua lavoura.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":4181,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[197],"tags":[280,337,334,885],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4177"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4177"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4177\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4181"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4177"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4177"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4177"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}