{"id":3238,"date":"2021-05-31T19:44:45","date_gmt":"2021-05-31T22:44:45","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=3238"},"modified":"2023-01-10T13:39:45","modified_gmt":"2023-01-10T16:39:45","slug":"conheca-a-olivicultura-brasileira-um-mercado-de-expansao-promissora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/consultores-do-agro\/conheca-a-olivicultura-brasileira-um-mercado-de-expansao-promissora\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a olivicultura brasileira, um mercado de expans\u00e3o promissora"},"content":{"rendered":"<p>A olivicultura \u00e9 uma cultura em expans\u00e3o no Brasil, mas que, devido ao seu hist\u00f3rico no pa\u00eds ainda encontra muitos desafios. Apesar disso, investir na planta\u00e7\u00e3o de oliveiras em terras brasileiras pode ser uma oportunidade promissora. Descubra o potencial econ\u00f4mico e as vantagens de se investir na olivicultura no Brasil.<\/p>\n<h2>O potencial da olivicultura brasileira<\/h2>\n<div>Atualmente, o Brasil \u00e9 considerado um mercado em expans\u00e3o quando o assunto \u00e9 azeitonas e azeites, sendo um dos principais pa\u00edses importadores desses produtos no mundo. Al\u00e9m disso, o Brasil tamb\u00e9m importa outros derivados de azeitonas como produtos de beleza contendo azeite de oliva como mat\u00e9ria prima.<\/div>\n<p>Tal \u00e9 a import\u00e2ncia do Brasil como consumidor de produtos oriundos da olivicultura, que estudos foram realizados e olivais foram implantados, predominantemente nas regi\u00f5es Sul e Sudeste. Entre os estados que se destacam no desenvolvimento de olivais com potencial comercial, est\u00e3o o Rio Grande do Sul e Minas Gerais.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3239\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura.jpg\" alt=\"O Brasil \u00e9 um dos maiores importadores de produtos oriundos da oliva, o que traz potencial para o investimento na olivicultura\" width=\"1500\" height=\"906\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura.jpg 1500w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-300x181.jpg 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-1024x618.jpg 1024w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-768x464.jpg 768w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-770x465.jpg 770w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-1400x846.jpg 1400w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-251x152.jpg 251w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/O-Brasil-e-um-dos-maiores-importadores-de-produtos-oriundos-da-oliva-o-que-traz-potencial-para-o-investimento-na-olivicultura-1040x628.jpg 1040w\" sizes=\"(max-width: 1500px) 100vw, 1500px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">O Brasil \u00e9 um dos maiores importadores de produtos oriundos da oliva, o que traz potencial para o investimento na olivicultura <\/em><\/p>\n<p>A regi\u00e3o da Mantiqueira em Minas Gerais, criou a Associa\u00e7\u00e3o dos Olivicultores do Contrafortes da Mantiqueira (ASSOLIVE), com associados presentes em Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. O maior destaque no desenvolvimento da olivicultura na regi\u00e3o \u00e9 a Fazenda Experimental de Maria da F\u00e9 (FEMF), da Empresa de Pesquisa Agropecu\u00e1ria de Minas Gerais (EPAMIG).<\/p>\n<p>Na FEMF s\u00e3o realizadas diversas pesquisas de melhoramento (caracteriza\u00e7\u00e3o de cultivares de oliveira), manejo fitot\u00e9cnico da oliveira, nutri\u00e7\u00e3o da oliveira, manejo das pragas e doen\u00e7as da oliveira, extra\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de qualidade do azeite.<\/p>\n<p>J\u00e1 no Rio Grande do Sul, o desenvolvimento da olivicultura conta inclusive com o incentivo do governo do Estado, atrav\u00e9s do Programa Estadual de Desenvolvimento da Olivicultura (Pr\u00f3-Oliva), que tem como objetivo fomentar e apoiar produtores a consolidar a olivicultura no Estado ga\u00facho.<\/p>\n<p>O sucesso do programa Pr\u00f3-Oliva pode ser visto pelo crescimento da \u00e1rea plantada de oliveiras: segundo dados da Expointer Digital de 2020, j\u00e1 eram 6.000 hectares plantados, n\u00famero que poderia atingir 8.000 hectares, segundo a expectativa.<\/p>\n<p>Contudo, o que mais chama aten\u00e7\u00e3o \u00e9 o potencial do estado ga\u00facho de poder chegar a 10 milh\u00f5es de hectares plantados, \u00e1rea que seria o dobro da Espanha.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3240\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Avanca-da-area-cultivada-oliveiras-no-RS.png\" alt=\"Avan\u00e7a da \u00e1rea cultivada oliveiras no RS. 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(Fonte: Adaptado de Alves, G.A., 2018).<\/em><\/p>\n<p>Entretanto, a cultura de oliveiras nem sempre foi incentivada, sendo um dos motivos pelos quais o pa\u00eds ainda n\u00e3o alcan\u00e7ou todo o seu potencial na olivicultura.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-230647898\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>O atraso no desenvolvimento da olivicultura no Brasil<\/h2>\n<p>Introduzida no Brasil por volta do s\u00e9culo 16, a oliveira tinha como principal objetivo a produ\u00e7\u00e3o de azeite lampante, utilizado nas lamparinas como combust\u00edvel para ilumina\u00e7\u00e3o, e a produ\u00e7\u00e3o de ramos para o Domingo de Ramos, importante comemora\u00e7\u00e3o crist\u00e3 que utilizava os ramos da oliveira como relatado na b\u00edblia.<\/p>\n<p>Apesar dessa introdu\u00e7\u00e3o da olivicultura no Brasil ser antiga, o seu desenvolvimento sofreu um rev\u00e9s que a fez ter seu real desenvolvimento somente v\u00e1rios s\u00e9culos depois.<\/p>\n<p>Segundo registros hist\u00f3ricos, a coroa portuguesa, ao ver que o potencial de produ\u00e7\u00e3o de azeites de qualidade no Brasil col\u00f4nia era melhor que o seu, ordenou a destrui\u00e7\u00e3o dos olivais da \u00e9poca e a proibi\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o no Brasil col\u00f4nia.<\/p>\n<p>Apesar da proibi\u00e7\u00e3o, algumas \u00e1rvores sobreviveram e seguiram sendo preservadas, principalmente no entorno de algumas igrejas. Este fato pode ser constatado at\u00e9 os dias de hoje pela presen\u00e7a de oliveiras pr\u00f3ximas a algumas igrejas antigas no Brasil.<\/p>\n<p>Entretanto, esses acontecimentos hist\u00f3ricos fizeram com que houvesse um atraso secular no desenvolvimento da olivicultura brasileira, que ainda hoje \u00e9 refletido nos principais desafios dessa cultura no pa\u00eds.<\/p>\n<h2>Os desafios da olivicultura no Brasil<\/h2>\n<p>Os desafios da expans\u00e3o na olivicultura brasileira n\u00e3o s\u00e3o poucos e a cada dia s\u00e3o travadas verdadeiras guerras no setor. Algumas acabam mesmo chegando aos tribunais de justi\u00e7a e afetando inclusive outras culturas, como uva e soja.<\/p>\n<p>\u00c9 o caso dos preju\u00edzos de olivais e vinhedos no Rio Grande do Sul, causados principalmente pela deriva do herbicida 2,4-D. Os problemas da deriva ocasionados pela aplica\u00e7\u00e3o incorreta do herbicida causaram problemas de abortamento de flores, atraso do desenvolvimento vegetativo de plantas e at\u00e9 a morte de olivais e vinhedos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m deste caso, podemos citar entre os desafios da olivicultura:<\/p>\n<ul>\n<li>Falta de m\u00e3o-de-obra especializada;<\/li>\n<li>Produtos fitossanit\u00e1rios autorizados na olivicultura;<\/li>\n<li>Incremento do consumo de azeite;<\/li>\n<li>Falsifica\u00e7\u00e3o e adultera\u00e7\u00e3o de azeite;<\/li>\n<li>Viveiros especializados na produ\u00e7\u00e3o de mudas;<\/li>\n<li>Estudos mais aprofundados sobre manejo de pragas\/doen\u00e7as e nutri\u00e7\u00e3o vegetal.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Por ser uma cultura relativamente nova no Brasil, a car\u00eancia de profissionais especializados no setor \u00e9 um desafio a quem pretende produzir. Entretanto, \u00e9 uma oportunidade aos t\u00e9cnicos para especializarem-se na cultura.<\/p>\n<p>Quando o assunto \u00e9 produtos fitossanit\u00e1rios permitidos pelo MAPA, ainda hoje os olivicultores contam apenas com o \u00d3leo Mineral (hidrocarbonetos alif\u00e1ticos), sendo um desafio a produ\u00e7\u00e3o no controle de pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso um grande desafio \u00e9 o combate a azeites adulterados e de baixa qualidade. Somente em novembro de 2020, 9 marcas foram proibidas de ser comercializadas no Brasil por suspeita de fraude.<\/p>\n<p>Outro aspecto que \u00e9 um desafio \u00e9 a caracter\u00edstica do azeite de oliva que interfere no seu potencial ben\u00e9fico para a sa\u00fade: diferente do vinho, o azeite de oliva quanto mais novo, melhor sua qualidade.<\/p>\n<p>Isso porque assim ele mant\u00e9m seus elevados n\u00edveis de polifen\u00f3is, subst\u00e2ncias ben\u00e9ficas para pessoas que buscam por uma alimenta\u00e7\u00e3o com mais qualidade. Essa caracter\u00edstica acaba fazendo com que o azeite de oliva precise ser comercializado mais rapidamente, para n\u00e3o perder o seu potencial ben\u00e9fico.<\/p>\n<h2>Mesmo com desafios, ainda assim um setor promissor<\/h2>\n<p>Mesmo com suas particularidades e desafios, o cen\u00e1rio \u00e9 promissor ao desenvolvimento da olivicultura no pa\u00eds, pois o brasileiro tem aumentado o consumo de azeites de oliva. Dados mostram que o consumo m\u00e9dio passou de 143g\/hab\/ano em 2004 para 410g\/hab\/ano em 2019, sendo cerca de 95% importado por falta de produ\u00e7\u00e3o nacional.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3246\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Importacao-anual-brasileira-de-azeite-de-oliva-entre-2006-e-2019.png\" alt=\"-\" width=\"601\" height=\"360\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Importacao-anual-brasileira-de-azeite-de-oliva-entre-2006-e-2019.png 601w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Importacao-anual-brasileira-de-azeite-de-oliva-entre-2006-e-2019-300x180.png 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/Importacao-anual-brasileira-de-azeite-de-oliva-entre-2006-e-2019-251x150.png 251w\" sizes=\"(max-width: 601px) 100vw, 601px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Importa\u00e7\u00e3o anual brasileira de azeite de oliva entre 2006 e 2019 (Fontes: International Olive Oil Council e CONAB, 2019).<\/em><\/p>\n<p>A import\u00e2ncia de mudas de qualidade onde estas sejam livres de pragas e doen\u00e7as, apresentem boa adapta\u00e7\u00e3o edafoclim\u00e1tica ao local do olival, sejam cultivares com caracter\u00edsticas de produzir elevados teores de azeite, fazem parte do sucesso do olival e consequentemente o retorno do investimento. Investimento esse que pode levar de 6 \u2013 10 anos para retornar.<\/p>\n<p>Com esse crescimento expressivo e excelentes perspectivas de investimento na olivicultura, o Brasil hoje conta com menos de 10 viveiros autorizados a produ\u00e7\u00e3o de mudas de oliveira, fazendo com que esse seja outro setor promissor desta cultura.<\/p>\n<p>Assim, para que o pa\u00eds possa crescer cada vez mais na olivicultura e aumentar o seu potencial, \u00e9 preciso pensar maneiras de superar os desafios do setor, como aumentar o n\u00famero de viveiros autorizados e incentivar mais pesquisas que possibilitem a produ\u00e7\u00e3o de mudas de oliveiras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A olivicultura \u00e9 uma cultura em expans\u00e3o no Brasil, entenda mais sobre esse mercado em expans\u00e3o com o especialista Giuliano Acosta Alves.<\/p>\n","protected":false},"author":19,"featured_media":3243,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[203],"tags":[234,233,885,224,232],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3238"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/19"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3238"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3238\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3243"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3238"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3238"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3238"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}