{"id":3227,"date":"2021-05-28T20:59:17","date_gmt":"2021-05-28T23:59:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=3227"},"modified":"2024-03-14T10:45:35","modified_gmt":"2024-03-14T13:45:35","slug":"como-controlar-a-cigarrinha-do-milho-de-forma-efetiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/como-controlar-a-cigarrinha-do-milho-de-forma-efetiva\/","title":{"rendered":"Como controlar a cigarrinha-do-milho de forma efetiva?"},"content":{"rendered":"<p>A cigarrinha-do-milho \u00e9 uma das principais pragas agr\u00edcolas que afetam a cultura do milho no pa\u00eds e \u00e9 vetor de pat\u00f3genos que podem causar grandes preju\u00edzos para a cultura. Segundo a Embrapa, o enfezamento do milho causado por bact\u00e9rias e v\u00edrus transmitidos pela cigarrinha <em>Dalbulus maidis<\/em>, podem levar a quedas de at\u00e9 70% na produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para falar sobre o assunto, a Verde convidou o Doutor em Entomologia Agr\u00edcola e Professor da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCAR\/Araras-SP), Dr. Rodrigo Neves Marques para o <strong>\u201cEncontro com Gigantes \u2013 Cigarrinha-do-milho: como controlar?\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>O evento foi promovido pela Verde, empresa que produz os fertilizantes BAKS<sup>\u00ae<\/sup>, K Forte<sup>\u00ae<\/sup>, K Forte Boro e Sil\u00edcio Forte, no dia 27 de maio de 2021.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir a conversa, mediada por Fernanda Santos, na \u00edntegra pelo link:<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_57689\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2OzxX-aDbCM?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<h2 style=\"margin-top: 40px;\">Como a cigarrinha-do-milho interage com a cultura do milho<\/h2>\n<div>O Brasil \u00e9 o terceiro maior produtor mundial de milho, com quase 20 milh\u00f5es de hectares cultivados segundo a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Alimenta\u00e7\u00e3o e a Agricultura (FAO). Para a safra 2020\/2021, a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) estima uma produ\u00e7\u00e3o de aproximadamente 106 milh\u00f5es de toneladas.<\/div>\n<p>O Dr. Rodrigo Neves ressaltou que o avan\u00e7o na produtividade da cultura foi muito mais relevante do que a expans\u00e3o da \u00e1rea plantada. Para ele, isso indica o papel essencial dos diferentes avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos no manejo cultural e das pr\u00f3prias variedades do milho com o passar dos anos:<\/p>\n<p><em>&#8220;A \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o de milho na d\u00e9cada de 70 era de cerca de 11,8 milh\u00f5es de hectares e de produ\u00e7\u00e3o de 19,3 milh\u00f5es de toneladas. Hoje, \u00e9 estimada que a \u00e1rea de cultivo da safra 2021\/2021 seja de 19,9 milh\u00f5es de hectares e de produ\u00e7\u00e3o de 106,4 milh\u00f5es de toneladas. Ou seja, em 50 anos a \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o quase que n\u00e3o dobrou, enquanto a produ\u00e7\u00e3o chegou a ser 5 vezes maior, com 106,4 milh\u00f5es de toneladas&#8221;.<\/em><\/p>\n<div>Um dos fatores que permitiu esse grande avan\u00e7o na produtividade do pa\u00eds foi a crescente relev\u00e2ncia que o milho de segunda safra, conhecido popularmente como milho \u201csafrinha\u201d, ganhou. O professor Rodrigo Neves explicou que a transi\u00e7\u00e3o entre os sistemas de cultivo ocorreu na safra de 2011\/2012.<\/div>\n<p>Nesse per\u00edodo, a produ\u00e7\u00e3o de primeira safra se equiparou com a de segunda safra e, a partir desse momento, foi crescente o aumento da utiliza\u00e7\u00e3o e produtividade do milho de segunda safra.<\/p>\n<p>O Dr. Rodrigo Neves sugeriu, inclusive, que talvez seja necess\u00e1ria uma readequa\u00e7\u00e3o da nomenclatura do milho \u201csafrinha\u201d, visto a expressividade que ele ganhou nos \u00faltimos anos. Por\u00e9m, a maior produtividade e a mudan\u00e7a dos sistemas de produ\u00e7\u00e3o trouxeram como consequ\u00eancia a altera\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica de pragas no cultivo:<\/p>\n<p><em>&#8220;Antes, t\u00ednhamos apenas pragas especificas para aquele cultivo e agora n\u00f3s j\u00e1 enfrentamos outros tipos de problemas, como as pragas pol\u00edfagas. O sistema de sucess\u00e3o tem auxiliado na manuten\u00e7\u00e3o de insetos na \u00e1rea de produ\u00e7\u00e3o pela cria\u00e7\u00e3o de uma paisagem agr\u00edcola durante todo o ano. Com isso, s\u00e3o geradas as denominadas pontes verdes, nas quais as pragas v\u00e3o passando de um cultivo para outro, sem ter problemas de entressafra&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Isso acontece porque a cigarrinha-do-milho, apesar de alimentar-se preferencialmente de milho, \u00e9 capaz de sobreviver em outras gram\u00edneas. Al\u00e9m disso, ela \u00e9 um inseto que apresenta um comportamento de migra\u00e7\u00e3o muito intenso, podendo percorrer mais de 20 quil\u00f4metros e voar a alturas maiores que 10 metros.<\/p>\n<p>Ela \u00e9 encontrada em toda a regi\u00e3o do Brasil onde o milho \u00e9 cultivado e a popula\u00e7\u00e3o se encontra elevada principalmente nas maiores regi\u00f5es produtoras, como a regi\u00e3o Centro-Oeste.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3230\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-cigarrinha-do-milho-Dalbulus-maidis.png\" alt=\"A cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis, \u00e9 um inseto de colora\u00e7\u00e3o amarelo-p\u00e1lido que se alimenta da seiva das plantas e \u00e9 um vetor que transmite doen\u00e7as do Complexo de Enfezamento do milho. O adulto alcan\u00e7a um tamanho de 3 a 5 mil\u00edmetros e vive entre 50 a 70 dias ap\u00f3s a eclos\u00e3o dos ovos. Uma \u00fanica f\u00eamea pode depositar at\u00e9 120 ovos. (Fonte: OLIVEIRA, C. M. - Embrapa Cerrados)\" width=\"567\" height=\"335\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-cigarrinha-do-milho-Dalbulus-maidis.png 567w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-cigarrinha-do-milho-Dalbulus-maidis-300x177.png 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-cigarrinha-do-milho-Dalbulus-maidis-251x148.png 251w\" sizes=\"(max-width: 567px) 100vw, 567px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">A cigarrinha-do-milho <em>Dalbulus maidis <\/em>\u00e9 um inseto de colora\u00e7\u00e3o amarelo-p\u00e1lido que se alimenta da seiva das plantas e \u00e9 um vetor que transmite doen\u00e7as do Complexo de Enfezamento do milho. O adulto alcan\u00e7a um tamanho de 3 a 5 mil\u00edmetros e vive entre 50 a 70 dias ap\u00f3s a eclos\u00e3o dos ovos. Uma \u00fanica f\u00eamea pode depositar at\u00e9 120 ovos. (Fonte: OLIVEIRA, C. M. &#8211; Embrapa Cerrados)<\/em><\/p>\n<p>O professor Rodrigo Neves destaca que a cigarrinha-do-milho \u00e9 facilmente identificada das demais esp\u00e9cies por uma caracter\u00edstica morfol\u00f3gica distinta em sua cabe\u00e7a. Contudo, o seu pequeno tamanho e alta mobilidade podem dificultar o processo de identifica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os principais danos causados pela cigarrinha-do-milho s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Definhamento da planta, caso haja uma alimenta\u00e7\u00e3o intensa por uma grande quantidade de insetos;<\/li>\n<li>Fumagina, em decorr\u00eancia dos excrementos liberados pelos insetos depositados nas folhas e que levam ao surgimento de fungos;<\/li>\n<li>Transmiss\u00e3o dos fitopat\u00f3genos do complexo de enfezamento.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dos tr\u00eas danos mencionados acima, o terceiro \u00e9 o mais relevante. Como, ent\u00e3o, o complexo de enfezamento gera problemas na cultura no milho?<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-3101179701\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>A cigarrinha-do-milho \u00e9 um dos principais vetores dos pat\u00f3genos associados ao Complexo de Enfezamento<\/h2>\n<p>O complexo de enfezamento do milho \u00e9 causado por tr\u00eas esp\u00e9cies de pat\u00f3genos: duas bact\u00e9rias e um v\u00edrus. Os sintomas gerais da planta acometida por esses fitopat\u00f3genos s\u00e3o a dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o do crescimento da planta, com intern\u00f3dios curtos, e a produ\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias espigas improdutivas.<\/p>\n<p>Segundo o Dr. Rodrigo Neves, o que difere os pat\u00f3genos \u00e9 em grande parte os sintomas visuais, sendo eles:<\/p>\n<ul>\n<li>Avermelhamento das bordas das folhas: enfezamento, causado pelas bact\u00e9rias do grupo fitoplasma;<\/li>\n<li>Estrias esbranqui\u00e7adas nas folhas: enfezamento p\u00e1lido, causado pelas bact\u00e9rias do grupo espiroplasma;<\/li>\n<li>V\u00e1rias riscas pr\u00f3ximas a nervura da folha: v\u00edrus da risca, causado pelo v\u00edrus <em>Maize rayado fino virus.<\/em><\/li>\n<\/ul>\n<p>A diagnose pode ser feita tanto pela avalia\u00e7\u00e3o dos sintomas visuais quanto por t\u00e9cnicas de distin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies para uma an\u00e1lise mais precisa, como a microscopia eletr\u00f4nica e o sequenciamento gen\u00e9tico.<\/p>\n<p>Os pat\u00f3genos s\u00e3o introduzidos no sistema de cultivo atrav\u00e9s da dissemina\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria, no qual os insetos migram de plantios mais velhos para cultivos mais novos. Considerando a grande mobilidade do vetor, o Dr. Rodrigo Neves apontou que \u00e9 muito importante ter estrat\u00e9gias para controlar os insetos nas \u00e1reas j\u00e1 infectadas.<\/p>\n<p>Uma vez na lavoura, \u00e9 iniciada a dissemina\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria na qual o pat\u00f3geno j\u00e1 presente vai contaminar as plantas doentes. Entretanto, o professor Rodrigo explicou que, apesar de o pat\u00f3geno ser adquirido em quest\u00e3o de horas pela cigarrinha-do-milho, existe um per\u00edodo de lat\u00eancia para que o inseto se torne infectivo:<\/p>\n<p><em>&#8220;Um inseto ao se alimentar de uma planta doente adquire o pat\u00f3geno e come\u00e7a a ser seu portador. Ele ent\u00e3o entra num per\u00edodo de lat\u00eancia, de 3 a 4 semanas, para que o pat\u00f3geno se desloque dentro do seu corpo e atinja as gl\u00e2ndulas salivares. Nesse momento, a cigarrinha-do-milho se torna um inseto infectivo, que pode inocular o pat\u00f3geno em uma planta sadia ao se alimentar dela e essa condi\u00e7\u00e3o de infectividade pode durar toda a sua vida, dependendo da persist\u00eancia no pat\u00f3geno no vetor&#8221;.<\/em><\/p>\n<p>Apesar da efici\u00eancia de transmiss\u00e3o do pat\u00f3geno ser vari\u00e1vel e relativamente baixa, estando entre 20% e 30%, o que mais vai ser relevante nesse caso \u00e9 a quantidade de insetos. E o que torna o controle do Complexo de Enfezamento mais dif\u00edcil \u00e9 a interfer\u00eancia de diversos fatores, como:<\/p>\n<ul>\n<li>Pontes verdes criadas pelas culturas de segunda safra;<\/li>\n<li>Presen\u00e7a de plantas tigueras\/guaxas que geram novos hospedeiros para o desenvolvimento das cigarrinhas e in\u00f3culos das doen\u00e7as;<\/li>\n<li>Toler\u00e2ncia a herbicidas;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/fitossan\/\">Controle conjunto do inseto e do pat\u00f3geno<\/a>;<\/li>\n<li>Press\u00e3o de in\u00f3culo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Para que a doen\u00e7a se estabele\u00e7a na cultura, ela precisa atender a 4 condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Ambiente favor\u00e1vel ao desenvolvimento do pat\u00f3geno;<\/li>\n<li>Pat\u00f3geno virulento para aquela planta;<\/li>\n<li>Hospedeiro suscet\u00edvel;<\/li>\n<li>Vetor.<\/li>\n<\/ul>\n<div>Assim, nas a\u00e7\u00f5es de combate ao enfezamento do milho, existe a possibilidade de serem feitas interven\u00e7\u00f5es em v\u00e1rios pontos dessa intera\u00e7\u00e3o. Para garantir um controle efetivo da cigarrinha-do-milho e dos pat\u00f3genos \u00e9 preciso pensar em diversas estrat\u00e9gias associadas, adotando t\u00e1ticas preventivas para reduzir a popula\u00e7\u00e3o de insetos e fonte de in\u00f3culos.<\/div>\n<h2>T\u00e1ticas efetivas para o controle da cigarrinha-do-milho e do Complexo de Enfezamento<\/h2>\n<p>Para o professor Rodrigo, o controle do vetor e o pat\u00f3geno na cultura do milho s\u00f3 \u00e9 efetivo quando planejado e realizado durante todas as fases do cultivo, tendo uma vis\u00e3o sist\u00eamica e hol\u00edstica de todas as esp\u00e9cies cultivadas na \u00e1rea.<\/p>\n<p>Isso porque, dessa forma, \u00e9 poss\u00edvel alcan\u00e7ar um manejo capaz de evitar a manuten\u00e7\u00e3o do inseto e in\u00f3culo na \u00e1rea, al\u00e9m de evitar a dissemina\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria e secund\u00e1ria da doen\u00e7a e a manuten\u00e7\u00e3o dos insetos e in\u00f3culos na \u00e1rea. Algumas a\u00e7\u00f5es para esse manejo incluem:<\/p>\n<h2>Pr\u00e9-plantio<\/h2>\n<ul>\n<li>Criar um calend\u00e1rio de plantio mais restrito;<\/li>\n<li>Eliminar plantas de milho tiguera\/guaxas;<\/li>\n<li>Plantio de h\u00edbridos com toler\u00e2ncia;<\/li>\n<li>Tratamento de sementes com inseticidas sist\u00eamicos.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Plantio<\/h2>\n<ul>\n<li>Monitoramento no in\u00edcio de desenvolvimento do cultivo;<\/li>\n<li>Prote\u00e7\u00e3o das plantas nas fases mais suscet\u00edveis;<\/li>\n<li>Tratamento de sementes com inseticidas;<\/li>\n<li>Aplica\u00e7\u00e3o de inseticidas qu\u00edmicos de contato \/sist\u00eamico, como tamb\u00e9m o uso de biol\u00f3gicos.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>P\u00f3s-plantio<\/h2>\n<ul>\n<li>Controle de altas infesta\u00e7\u00f5es;<\/li>\n<li>Aten\u00e7\u00e3o \u00e0 colheita e ao transporte;<\/li>\n<li>Monitoramento das plantas tigueras e infestantes;<\/li>\n<li>Manejo de cultivos e n\u00e3o da cultura.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O Dr. Rodrigo Neves ressalta ainda que:<\/p>\n<p><em>\u201cO manejo da cigarrinha e dos pat\u00f3genos \u00e9 uma quest\u00e3o integrada, com v\u00e1rias a\u00e7\u00f5es e atua\u00e7\u00f5es para alcan\u00e7ar a redu\u00e7\u00e3o do n\u00edvel populacional. Deve-se sempre buscar a integra\u00e7\u00e3o de t\u00e1ticas de controle qu\u00edmico, biol\u00f3gico e cultural dentro e fora da porteira\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Para entender mais sobre o controle da cigarrinha-do-milho, confira o v\u00eddeo do Encontro com Gigantes na \u00edntegra!<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos. Confira toda a programa\u00e7\u00e3o do Encontro com Gigantes e fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o pelo link: <a href=\"https:\/\/www.encontrocomgigantes.com\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Encontro com Gigantes<\/a>.<\/p>\n<div class=\"shortcode_mobile\"><!--mobile-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-MOBILE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Mobile.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"400\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div class=\"shortcode_desktop\"><!--desktop-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-DESKTOP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Desktop1.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"200\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A cigarrinha-do-milho \u00e9 uma das principais pragas agr\u00edcolas que afetam a cultura do milho, entenda como combater essa praga de forma efetiva<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":3231,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[8],"tags":[231,886,222],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3227"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3227"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3227\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3231"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3227"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3227"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3227"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}