{"id":3199,"date":"2021-05-25T20:28:58","date_gmt":"2021-05-25T23:28:58","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=3199"},"modified":"2023-01-16T15:09:09","modified_gmt":"2023-01-16T18:09:09","slug":"agricultura-mais-sustentavel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/agricultura-mais-sustentavel\/","title":{"rendered":"Novas maneiras de desenvolver produtos \u00e9 a chave para uma agricultura mais sustent\u00e1vel"},"content":{"rendered":"<p>Encontrar formas alternativas e sustent\u00e1veis de produ\u00e7\u00e3o j\u00e1 \u00e9 um requisito para diversos segmentos do mercado, incluindo produtos de nutri\u00e7\u00e3o vegetal. Com fontes finitas de recursos e a grande demanda principalmente de macronutrientes pelas culturas, cada vez mais pesquisas est\u00e3o sendo desenvolvidas visando otimizar os resultados dos insumos j\u00e1 utilizados e encontrar fontes alternativas e sustent\u00e1veis de nutrientes.<\/p>\n<p>Entenda mais sobre os principais desafios das fontes convencionais de nutri\u00e7\u00e3o vegetal e alguns dos resultados promissores obtidos no campo das pesquisas.<\/p>\n<h2>As fontes convencionais de nutri\u00e7\u00e3o vegetal e seus principais desafios para uma agricultura mais sustent\u00e1vel<\/h2>\n<p>Dentre os principais nutrientes utilizados nos programas de nutri\u00e7\u00e3o vegetal, os macronutrientes se destacam pelas maiores quantidades demandadas pelas plantas.<\/p>\n<p>De forma an\u00e1loga, maiores quantidades de produtos s\u00e3o necess\u00e1rias para atender essa exig\u00eancia nutricional e com isso os macronutrientes acabam sendo o enfoque de muitas pesquisas em busca de produtos alternativos para uma agricultura mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Mas \u00e9 v\u00e1lido ressaltar que at\u00e9 mesmo os micronutrientes s\u00e3o essenciais para o crescimento e desenvolvimento pleno das plantas. E o desequil\u00edbrio nutricional \u00e9 o que muitas vezes leva \u00e0s limita\u00e7\u00f5es de produtividade das culturas.<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-3200\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-lei-de-liebig-tambem-conhecida-por-lei-dos-minimos-estabelece-que-o.png\" alt=\"A Lei de Liebig, tamb\u00e9m conhecida por Lei dos M\u00ednimos, estabelece que o desenvolvimento de uma planta ser\u00e1 limitado pelo nutriente dispon\u00edvel em menor quantidade, mesmo que todos os outros elementos ou fatores estejam presentes.\" width=\"378\" height=\"370\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-lei-de-liebig-tambem-conhecida-por-lei-dos-minimos-estabelece-que-o.png 378w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-lei-de-liebig-tambem-conhecida-por-lei-dos-minimos-estabelece-que-o-300x294.png 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/05\/A-lei-de-liebig-tambem-conhecida-por-lei-dos-minimos-estabelece-que-o-232x227.png 232w\" sizes=\"(max-width: 378px) 100vw, 378px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">A Lei de Liebig, tamb\u00e9m conhecida por Lei dos M\u00ednimos, estabelece que o desenvolvimento de uma planta ser\u00e1 limitado pelo nutriente dispon\u00edvel em menor quantidade, mesmo que todos os outros elementos ou fatores estejam presentes.<\/em><\/p>\n<p>Os macronutrientes s\u00e3o divididos em dois grupos principais: prim\u00e1rios e secund\u00e1rios. O grupo dos macronutrientes prim\u00e1rios \u00e9 composto pelo:<\/p>\n<ul>\n<li>Nitrog\u00eanio (N);<\/li>\n<li>F\u00f3sforo (P);<\/li>\n<li>Pot\u00e1ssio (K).<\/li>\n<\/ul>\n<p>J\u00e1 o grupo dos macronutrientes secund\u00e1rios \u00e9 re\u00fane os seguintes elementos:<\/p>\n<ul>\n<li>C\u00e1lcio (Ca);<\/li>\n<li>Magn\u00e9sio (Mg);<\/li>\n<li>Enxofre (S).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Ainda assim, para os tr\u00eas nutrientes prim\u00e1rios s\u00e3o necess\u00e1rios concentra\u00e7\u00f5es maiores do que o total do restante dos macronutrientes juntos. Ent\u00e3o, para suprir essa demanda nutricional, na agricultura as fontes de nutrientes mais convencionais utilizadas s\u00e3o os fertilizantes, e em especial aqueles com origem mineral.<\/p>\n<p>Para aduba\u00e7\u00e3o nitrogenada, os principais fertilizantes utilizados s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/ureia-agricola-entenda-o-que-e-esse-fertilizante-nitrogenado\/\">Ur\u00e9ia<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-o-que-e-o-sulfato-de-amonio-e-o-seu-uso-como-adubo\/\">Sulfato de am\u00f4nio<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/saiba-mais-sobre-o-uso-do-nitrato-de-amonio-como-fertilizante\/\">Nitrato de am\u00f4nio<\/a>.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Dentre as limita\u00e7\u00f5es que permeiam as fontes nitrogenadas destacam-se as perdas pelos processos de lixivia\u00e7\u00e3o e volatiliza\u00e7\u00e3o. Essas perdas acontecem principalmente por grande parte dessas fontes serem muito sol\u00faveis e sofrerem uma r\u00e1pida disponibiliza\u00e7\u00e3o no solo, al\u00e9m da libera\u00e7\u00e3o da am\u00f4nia (NH3) pela a\u00e7\u00e3o dos microrganismos, que \u00e9 altamente vol\u00e1til.<\/p>\n<p>Para a aduba\u00e7\u00e3o fosfatada, est\u00e3o inclusos fertilizantes como:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-as-vantagens-e-desvantagens-do-uso-do-super-simples-como-adubo\/\">Superfosfato simples<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/superfosfato-triplo-stp-o-que-e-esse-fertilizante-fosfatado\/\">Superfosfato triplo;<\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/as-vantagens-e-limitacoes-do-fosfato-natural-para-a-adubacao-agricola\/\">Fosfato natural.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Algumas fontes fosfatadas, al\u00e9m de apresentarem vulnerabilidade a sofrer perdas por lixivia\u00e7\u00e3o, tendem a acidificar o solo, como \u00e9 o caso do superfosfato simples. Um solo mais \u00e1cido pode apresentar uma menor disponibilidade de alguns nutrientes (especialmente f\u00f3sforo e molibd\u00eanio) e maiores n\u00edveis de toxidez por alum\u00ednio e mangan\u00eas.<\/p>\n<p>Por fim, entre os fertilizantes pot\u00e1ssicos mais utilizados encontram-se:<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/potassio\/saiba-o-que-e-o-cloreto-de-potassio-e-veja-se-vale-a-pena-usar-esse-fertilizante\/\">Cloreto de pot\u00e1ssio<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/nutricao-de-plantas\/entenda-as-vantagens-e-desvantagens-do-sulfato-de-potassio\/\">Sulfato de pot\u00e1ssio<\/a>;<\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/potassio\/entenda-o-que-e-o-nitrato-de-potassio-e-se-ele-e-um-fertilizante-vantajoso\/\">Nitrato de pot\u00e1ssio.<\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>Al\u00e9m de serem ainda muito dependentes da varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os do mercado externo, grande parte delas podem apresentar um elevado potencial para saliniza\u00e7\u00e3o e esteriliza\u00e7\u00e3o do solo, como o caso do cloreto de pot\u00e1ssio.<\/p>\n<p>E os danos n\u00e3o ficam limitados somente aos efeitos negativos desses fertilizantes no solo, mas como tamb\u00e9m relacionados ao processo produtivo. Grande parte dos fertilizantes que passam por tratamentos qu\u00edmicos, podem gerar rejeitos que possuem potencial danoso para o meio ambiente se n\u00e3o tiverem a destina\u00e7\u00e3o e tratamento adequados.<\/p>\n<p>Buscando alternativas par uma agricultura mais sustent\u00e1vel, algumas pesquisas j\u00e1 evidenciam alguns produtos com potencial para a agricultura brasileira.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-1373269522\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>Fontes de nutrientes alternativas e sustent\u00e1veis apresentam resultados promissores<\/h2>\n<p>As pesquisas envolvendo fontes de nutrientes alternativas para uma agricultura mais sustent\u00e1vel vem buscando encontrar solu\u00e7\u00f5es para a substitui\u00e7\u00e3o parcial ou total dos fertilizantes convencionais ou ainda encontrar mecanismos que otimizem a a\u00e7\u00e3o desses insumos e reduzam o seu uso<\/p>\n<p>Quanto ao nitrog\u00eanio, uma das principais linhas de pesquisa envolve os microrganismos fixadores de nitrog\u00eanio. Segundo a Embrapa, estima-se que esses microrganismos na agricultura tenham uma contribui\u00e7\u00e3o mundial de 60 milh\u00f5es de toneladas de nitrog\u00eanio por ano.<\/p>\n<p>Para culturas como soja e feij\u00e3o, \u00e9 verificado um aumento da nodula\u00e7\u00e3o e da produtividade em gr\u00e3os por hectares quando na presen\u00e7a de riz\u00f3bios, bact\u00e9rias presentes no solo que tem a capacidade de converter o nitrog\u00eanio atmosf\u00e9rico em formas absorvidas pela planta.<\/p>\n<p>Esses resultados foram comprovados nos estudos:<\/p>\n<ul>\n<li><em>Nodula\u00e7\u00e3o e rendimento de soja co-infectada com Bacillus subtilis e Bradyrhizobium japonicum \/ Bradyrhizobium elkanii<\/em>, pelos os pesquisadores F\u00e1bio Fernando de Ara\u00fajo e Mariangela Hungria.<\/li>\n<li><em>Fixa\u00e7\u00e3o biol\u00f3gica de nitrog\u00eanio em cultivares de feij\u00e3o\u2011caupi recomendadas para o Estado de Roraima<\/em>, pelos pesquisadores Shirlany Ribeiro de Melo e Jerri \u00c9dson Zilli;<\/li>\n<\/ul>\n<p>E os benef\u00edcios dos microrganismos para a <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/como-os-microrganismos-podem-melhorar-o-ecossistema-do-solo\/\">qualidade do solo<\/a> v\u00e3o muito al\u00e9m da fixa\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio no solo, como explica a Doutora em Microbiologia Aplicada e professora da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar), Dra. M\u00e1rcia Maria Rosa Magri:<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_90758\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JMezRzSWbHc?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p style=\"margin-top: 40px !important;\">J\u00e1 a mat\u00e9ria <em>Where there\u2019s waste there\u2019s fertilizer<\/em>, publicada no site da <em>Soil Science Society of America<\/em>, traz uma pesquisa realizada pela faculdade Tel-Hai e pelo MIGAL \u2013 Instituto de Pesquisas da Galileia, em Israel, que descobriu como produzir um fertilizante fonte de f\u00f3sforo a partir de \u00e1guas residuais de latic\u00ednios.<\/p>\n<p>O que os cientistas fizeram foi misturar\u00a0 \u00e1gua usada para a lavagem dos \u00faberes das vacas, que cont\u00e9m altos n\u00edveis de f\u00f3sforo por causa dos detergentes misturados a ela, ao res\u00edduo resultante de processos de tratamento de \u00e1gua pot\u00e1vel, que \u00e9 rico em alum\u00ednio. A intera\u00e7\u00e3o entre os dois elementos resultou em uma subst\u00e2ncia rica em f\u00f3sforo que teve a\u00e7\u00e3o semelhante \u00e0 dos fertilizantes tradicionalmente usados na ind\u00fastria agr\u00edcola.<\/p>\n<p>E at\u00e9 mesmo mat\u00e9rias-primas mais convencionais, como as rochas, podem ser alternativas muito vi\u00e1veis para a produ\u00e7\u00e3o de fertilizante. \u00c9 o caso do <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/potassio\/o-que-e-o-siltito-glauconitico-e-como-ele-pode-ser-utilizado-como-fertilizante-agricola\/\">Siltito Glaucon\u00edtico<\/a>, uma rocha explorada pela Verde na regi\u00e3o de S\u00e3o Gotardo, em Minas Gerais.<\/p>\n<p>O Siltito Glaucon\u00edtico \u00e9 uma rocha sedimentar rica em minerais pot\u00e1ssicos que, segundo o estudo<em> Glauconitic Siltstone as a multi-nutrient fertilizer for Urochloa brizantha cv, Marand\u00fa<\/em>, apresenta um teor de pot\u00e1ssio que varia entre 7% a 14%.<\/p>\n<p>Uma das vantagens em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s demais rochas exploradas para produ\u00e7\u00e3o de fertilizantes, est\u00e1 no fato do seu processamento envolver apenas a moagem mec\u00e2nica do material, n\u00e3o gerando a necessidade da cria\u00e7\u00e3o de uma barragem de rejeitos e ainda n\u00e3o exigir uma escava\u00e7\u00e3o profunda, favorecendo a cria\u00e7\u00e3o de uma agricultura mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o Siltito Glaucon\u00edtico \u00e9 rico em <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/potassio\/entenda-o-que-e-a-glauconita-e-os-beneficios-do-seu-uso-como-fertilizante\/\">glauconita<\/a>, mineral utilizado como fertilizante nos Estados Unidos desde 1760, onde \u00e9 chamada de<em> Greensand <\/em>devido \u00e0 sua cor esverdeada. Seu uso foi muito difundido por conta dos diversos benef\u00edcios que apresenta, como:<\/p>\n<ul>\n<li>Aumento da capacidade de reten\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e nutrientes do solo;<\/li>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o de perdas de nitrog\u00eanio;<\/li>\n<li>Preserva\u00e7\u00e3o de microrganismos no solo.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Com tantos benef\u00edcios das novas fontes alternativas de nutri\u00e7\u00e3o vegetal para uma agricultura mais sustent\u00e1vel, qual o futuro do setor?<\/p>\n<h2>O futuro da nutri\u00e7\u00e3o vegetal<\/h2>\n<p>A nutri\u00e7\u00e3o vegetal tem um papel essencial para garantir uma agricultura mais sustent\u00e1vel. Segundo Eur\u00edpedes Malavolta, em seu estudo <em>O futuro da nutri\u00e7\u00e3o de plantas tendo em vista aspectos agron\u00f4micos, econ\u00f4micos e ambientais, o<\/em> papel positivo da nutri\u00e7\u00e3o mineral no manejo de nutrientes pode conseguir:<\/p>\n<ol>\n<li>Redu\u00e7\u00e3o do impacto da agricultura na mudan\u00e7a clim\u00e1tica via diminui\u00e7\u00e3o na emiss\u00e3o de gases de efeito estufa (GEE);<\/li>\n<li>Aumento na produtividade das culturas e pastagens e, assim, diminuir a necessidade de desflorestamento e de drenagem de \u00e1reas \u00famidas, reduzindo a emiss\u00e3o de \u00f3xidos de nitrog\u00eanio dos adubos minerais e org\u00e2nicos;<\/li>\n<li>Aumento no sequestro de carbono atrav\u00e9s de v\u00e1rias pr\u00e1ticas, como plantio direto e melhoria da estrutura do solo com a eleva\u00e7\u00e3o do teor de mat\u00e9ria org\u00e2nica.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Para isso, cada vez mais o agricultor poder\u00e1 contar com uma maior acessibilidade de informa\u00e7\u00f5es com a crescente expans\u00e3o da <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/saiba-como-a-agricultura-digital-aumenta-a-produtividade-e-reduz-custos\/\">agricultura digital<\/a> e com cada vez mais alternativas sustent\u00e1veis para nutri\u00e7\u00e3o das suas culturas, como o <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/potassio\/o-que-e-o-siltito-glauconitico-e-como-ele-pode-ser-utilizado-como-fertilizante-agricola\/\">Siltito Glaucon\u00edtico<\/a>.<\/p>\n<p>Gostou deste assunto? Veja como o Sr. Daniel Birk, produtor de caf\u00e9 no munic\u00edpio de Monte Carmelo, em Minas Gerais. j\u00e1 est\u00e1 utilizando uma dessas novas fontes de nutri\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Leia em : <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/resultados-de-produtos\/cafeicultor-de-monte-carmelo-mg-fala-sobre-os-beneficios-do-k-forte\/\"><em>Cafeicultor de Monte Carmelo-MG fala sobre os benef\u00edcios do K Forte\u00ae<\/em><\/a><\/p>\n<div class=\"shortcode_mobile\"><!--mobile-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-MOBILE\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Mobile.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"400\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\r\n<div class=\"shortcode_desktop\"><!--desktop-->\r\n<p><a href=\"https:\/\/conteudo.verde.ag\/kforte-fertilizante\/?utm_source=blog&amp;utm_campaign=Blog||Artigo&amp;utm_adset_name=banner&amp;utm_content=KFORTE-BANNER-DESKTOP\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img class=\"alignnone size-full wp-image-10080\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/KForte_Banner_Desktop1.jpg\" alt=\"-\" width=\"800\" height=\"200\" title=\"\"><\/a><\/p>\r\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entenda como encontrar formas alternativas de produ\u00e7\u00e3o de insumos \u00e9 a chave para uma agricultura mais sustent\u00e1vel.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":3202,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[197],"tags":[51,886,227,923],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3199"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3199"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3199\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3202"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3199"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3199"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3199"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}