{"id":2613,"date":"2021-03-19T21:04:53","date_gmt":"2021-03-20T00:04:53","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=2613"},"modified":"2023-01-10T13:34:18","modified_gmt":"2023-01-10T16:34:18","slug":"como-potencializar-o-manejo-de-fosforo-e-potassio-na-producao-de-graos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/como-potencializar-o-manejo-de-fosforo-e-potassio-na-producao-de-graos\/","title":{"rendered":"Como potencializar o manejo de f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os"},"content":{"rendered":"<p>O pot\u00e1ssio e o f\u00f3sforo s\u00e3o dois dos nutrientes mais importantes quando se fala na garantia da produtividade e da qualidade das lavouras de soja, milho e outros gr\u00e3os. Por\u00e9m como as jazidas desses nutrientes s\u00e3o de certa forma finitas, existe o desafio para melhorar a efici\u00eancia do uso desses fertilizantes atrav\u00e9s do manejo adequado.<\/p>\n<p>Para falar sobre esse assunto, o Doutor em Ci\u00eancia do Solo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Professor Adjunto da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Dr. Renan Costa Beber Vieira participou do <strong>\u201cEncontro com Gigantes \u2013 Manejo de pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo em sistemas de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>O evento foi promovido pela Verde, empresa que produz os fertilizantes BAKS, K Forte<sup>\u00ae<\/sup>, K Forte Boro e Sil\u00edcio Forte, no dia 18 de mar\u00e7o de 2021.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir a conversa, mediada por Fernanda Santos, na \u00edntegra pelo link:<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_57204\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/UZZ9PUfkzkg?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<h2>A evolu\u00e7\u00e3o da agricultura e o desafio da aduba\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A agricultura tem vivenciado uma constante evolu\u00e7\u00e3o, com sistemas de manejos cada vez mais mecanizados, baseados em grandes extens\u00f5es de terra e buscando o rendimento operacional do campo, para suprir a lacuna existente entre a produ\u00e7\u00e3o e \u00e1rea cultivada.<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 50 anos houve um salto na produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os, passando de 40 milh\u00f5es para quase 260 milh\u00f5es de toneladas. Junto a esse aumento expressivo da produtividade, houve um grande salto no consumo de fertilizantes, que aumentou em quase 15 vezes, incluindo nutrientes como o pot\u00e1ssio e o f\u00f3sforo.<\/p>\n<p>Esses dois par\u00e2metros cresceram juntos porque foi justamente a utiliza\u00e7\u00e3o de fertilizantes que permitiu o grande salto na produtividade agr\u00edcola. Entretanto, o setor agora vivencia o seu maior desafio: como obter uma aduba\u00e7\u00e3o eficiente com recursos finitos.<\/p>\n<p>Diversas institui\u00e7\u00f5es t\u00eam estudado formas de lidar com esse desafio, como a empresa de Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas Ci\u00eancia e Tecnologia (NPCT) com o <em>Manual de Nutri\u00e7\u00e3o de Plantas 4C,<\/em> mencionado pelo Dr. Renan Costa. No manual, \u00e9 apresentado um diagrama que sumariza o manejo adequado de nutrientes:<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-2617 aligncenter\" src=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Diagrama-geral-para-o-manejo-adequado-de-nutrientes.png\" alt=\"Diagrama geral para o manejo adequado de nutrientes\" width=\"542\" height=\"388\" srcset=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Diagrama-geral-para-o-manejo-adequado-de-nutrientes.png 542w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Diagrama-geral-para-o-manejo-adequado-de-nutrientes-300x215.png 300w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Diagrama-geral-para-o-manejo-adequado-de-nutrientes-540x388.png 540w, https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/Diagrama-geral-para-o-manejo-adequado-de-nutrientes-251x180.png 251w\" sizes=\"(max-width: 542px) 100vw, 542px\" title=\"\"><\/div>\n<p style=\"text-align: center;\"><em style=\"font-size: 12px;\">Diagrama geral para o manejo adequado de nutrientes. (Fonte: Bruulsema et al. 2008)<\/em><\/p>\n<p>De acordo com o diagrama, existem 4 boas pr\u00e1ticas principais para obter uma boa efici\u00eancia no uso dos fertilizantes:<\/p>\n<ul>\n<li>Produto correto;<\/li>\n<li>Dose certa;<\/li>\n<li>Momento correto;<\/li>\n<li>Local correto.<\/li>\n<\/ul>\n<p>O Dr. Renan Costa ressalta, por\u00e9m, que o Brasil apresenta grandes diferen\u00e7as de solo, clima e manejo das culturas. Dessa forma, as institui\u00e7\u00f5es regionais t\u00eam um papel importante no desenvolvimento de pesquisas locais que resultem em publica\u00e7\u00f5es de calibra\u00e7\u00e3o e recomenda\u00e7\u00e3o de aduba\u00e7\u00e3o locais.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-1480899829\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>A din\u00e2mica do solo e a aduba\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>Outro fator que faz com que as pesquisas e estudos sejam necess\u00e1rios \u00e9 que, al\u00e9m das diferen\u00e7as regionais, o solo \u00e9 um sistema trif\u00e1sico que estabelece rela\u00e7\u00f5es complexas com as plantas.<\/p>\n<p>Esse sistema, composto por uma fase s\u00f3lida, uma l\u00edquida e uma gasosa, cont\u00e9m os nutrientes necess\u00e1rios para o crescimento e desenvolvimento das plantas. Segundo o professor Renan, os nutrientes pode chegar at\u00e9 elas de tr\u00eas formas:<\/p>\n<ol>\n<li>Intercepta\u00e7\u00e3o radicular: atrav\u00e9s do crescimento das ra\u00edzes e contato direto com os nutrientes;<\/li>\n<li>Fluxo de massa: os nutrientes s\u00e3o arrastados junto com a solu\u00e7\u00e3o do solo \u00e0 medida que a planta transpira, sendo carregados os nutrientes de maior concentra\u00e7\u00e3o na solu\u00e7\u00e3o do solo;<\/li>\n<li>Difus\u00e3o: os nutrientes migram de regi\u00f5es mais concentradas para menos concentradas, com uma pequena movimenta\u00e7\u00e3o que vai de 1 a 5 mil\u00edmetros.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Dentre as tr\u00eas formas, a difus\u00e3o \u00e9 o processo mais relevante para o f\u00f3sforo e pot\u00e1ssio, pois ela \u00e9 respons\u00e1vel por mais de 90% do f\u00f3sforo e mais de 79% do pot\u00e1ssio adquiridos pelas plantas. Segundo o Dr. Renan, entender a forma como os nutrientes s\u00e3o adquiridos \u00e9 importante para realizar o manejo adequado e aplicar de forma adequada esses elementos para as plantas.<\/p>\n<p>Por isso, para fazer o melhor manejo nutricional do pot\u00e1ssio e do f\u00f3sforo \u00e9 preciso levar em considera\u00e7\u00e3o essas din\u00e2micas do solo e as rela\u00e7\u00f5es que esses nutrientes estabelecem no sistema solo-planta.<\/p>\n<h2>A rela\u00e7\u00e3o do pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo no sistema solo-planta<\/h2>\n<p>Segundo o Dr. Renan Costa, a din\u00e2mica do pot\u00e1ssio e do f\u00f3sforo no solo \u00e9 influenciada n\u00e3o somente pela fase l\u00edquida, mas tamb\u00e9m pelos componentes da fase s\u00f3lida, como a influ\u00eancia mineral e org\u00e2nica.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia mineral \u00e9 muito forte com o f\u00f3sforo, pois ele tem uma intera\u00e7\u00e3o muito grande com os \u00f3xidos presentes na fase s\u00f3lida. Ou seja, mesmo que ele tenha um teor quantitativo alto no solo, a sua disponibilidade para as plantas ser\u00e1 muito pequena.<\/p>\n<p>J\u00e1 o pot\u00e1ssio possui uma rela\u00e7\u00e3o muito estreita com a mat\u00e9ria org\u00e2nica do solo, pois \u00e9 dependente de uma alta capacidade de troca cati\u00f4nica (CTC) para ficar retido temporariamente na fase s\u00f3lida e n\u00e3o ser lixiviado.<\/p>\n<p>O professor aponta que mais de 70% da CTC dos solos \u00e9 proveniente da mat\u00e9ria org\u00e2nica e n\u00e3o tem impacto na somente na reten\u00e7\u00e3o do pot\u00e1ssio. Ela tamb\u00e9m interage com a fase mineral e ocupa regi\u00f5es que seriam respons\u00e1veis pela fixa\u00e7\u00e3o de f\u00f3sforo, que tornam o nutriente indispon\u00edvel para as plantas.<\/p>\n<p>Essa indisponibilidade do nutriente tamb\u00e9m \u00e9 associada ao pH do solo, j\u00e1 que, em geral, quanto mais \u00e1cido o ambiente, maior a energia de liga\u00e7\u00e3o entre o f\u00f3sforo e a fase s\u00f3lida. Ou seja, a disponibilidade do f\u00f3sforo aumenta com o aumento do pH, j\u00e1 um valor mais alto desse par\u00e2metro torna o solo mais b\u00e1sico e menos \u00e1cido.<\/p>\n<p>O controle do pH do solo \u00e9 feito atrav\u00e9s da pr\u00e1tica de calagem, ainda muito negligenciada pelos produtores que concentram seus esfor\u00e7os no uso de fertilizantes. Os estudos apresentados pelo professor apontaram um potencial de quase duplica\u00e7\u00e3o da disponibilidade do f\u00f3sforo apenas com essa pr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Entretanto, apenas o uso de fertilizantes n\u00e3o \u00e9 o suficiente para garantir bons n\u00edveis de produtividade, isso porque existe um limite para a resposta dessas aplica\u00e7\u00f5es do incremento no rendimento de gr\u00e3os:<\/p>\n<p>\u201cQuando o teor do nutriente \u00e9 baixo, h\u00e1 maior incremento no rendimento com aduba\u00e7\u00e3o e necessidade de maiores doses. Mas resposta \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o vai decaindo quanto maior for esse teor de nutriente no solo.\u201d<\/p>\n<p>Por isso, a dosagem dos fertilizantes \u00e9 outro fator muito relevante. Ela deve ser guiada no conhecimento do solo, atrav\u00e9s da realiza\u00e7\u00e3o de uma boa amostragem e interpreta\u00e7\u00e3o de solo. Al\u00e9m disso, os pr\u00f3prios fertilizantes podem demonstrar certas limita\u00e7\u00f5es de uso, como o caso do Cloreto de Pot\u00e1ssio e seu alto \u00edndice salino.<\/p>\n<p>Outro fator que influencia a aduba\u00e7\u00e3o \u00e9 a forma como os nutrientes s\u00e3o aplicados. Segundo o Dr. Renan Costa, no f\u00f3sforo a aduba\u00e7\u00e3o a sulco mostrou uma maior profundidade das ra\u00edzes, com menor risco de perdas ao ambiente por escoamento superficial e de plantas por estiagens. J\u00e1 para o pot\u00e1ssio parcelamento das aplica\u00e7\u00f5es foi o que teve maior influ\u00eancia positiva, por reduzir o potencial de lixivia\u00e7\u00e3o do nutriente.<\/p>\n<h2>O sistema de plantio tamb\u00e9m influencia no sucesso do manejo nutricional<\/h2>\n<p>Tanto o f\u00f3sforo quanto o pot\u00e1ssio apresentam intera\u00e7\u00f5es \u00fanicas com o solo e rela\u00e7\u00f5es essenciais com as plantas, participando de processos essenciais para o seu pleno desenvolvimento e produtividade.<\/p>\n<p>Considerando todas as diferentes rela\u00e7\u00f5es entre o pot\u00e1ssio o f\u00f3sforo e o sistema solo-planta, um dos fatores que mais tem influ\u00eancia sobre elas \u00e9 a escolha do sistema de plantio. Isso porque os diferentes sistemas trazem uma s\u00e9rie de elementos que limitam as escolhas de manejo: seja do solo, com o revolvimento total ou m\u00ednimo, de fertilizantes minerais ou qu\u00edmicos, entre outros.<\/p>\n<p>Pensando nas diferentes particularidades de cada nutriente, a utiliza\u00e7\u00e3o de sistemas de cultivo mais conservacionistas, com revolvimento m\u00ednimo, rota\u00e7\u00e3o de culturas e dosagens adequadas de fertilizantes mencionadas pelo Dr. Renan Costa se mostraram como as alternativas mais vi\u00e1veis para garantir um manejo nutricional eficiente em sistemas de cultivo gr\u00e3os.<\/p>\n<p>Para entender mais sobre como garantir um manejo nutricional adequado em sistemas de cultivos de gr\u00e3os, confira o v\u00eddeo do Encontro com Gigantes na \u00edntegra!<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos. Confira toda a programa\u00e7\u00e3o do Encontro com Gigantes e fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o pelo link: <a href=\"https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dr. Renan Costa Beber Vieira, fala como melhorar a efici\u00eancia no manejo do pot\u00e1ssio e f\u00f3sforo em sistemas de produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":2614,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[8],"tags":[45,173,885,55],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2613"}],"collection":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2613"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2613\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/2614"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2613"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2613"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2613"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}