{"id":253,"date":"2020-08-17T22:40:22","date_gmt":"2020-08-18T01:40:22","guid":{"rendered":"http:\/\/navy-brainy-crate.blogs.rockstage.io\/?p=253"},"modified":"2023-01-10T13:39:39","modified_gmt":"2023-01-10T16:39:39","slug":"bdmg-financia-agricultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/bdmg-financia-agricultura\/","title":{"rendered":"Conhe\u00e7a a maior linha de cr\u00e9dito da hist\u00f3ria do BDMG para financiar a cafeicultura"},"content":{"rendered":"<h2>S\u00e9rgio Gusm\u00e3o, presidente do Banco BDMG, apresentou a maior linha cr\u00e9dito da hist\u00f3ria do banco, que vai baratear os custos de produ\u00e7\u00e3o do caf\u00e9 para os agricultores.<\/h2>\n<p>\u201cSe Minas Gerais fosse um pa\u00eds seria talvez o segundo maior produtor de caf\u00e9 do mundo. O estado corresponde a um pouco mais de 52% da produ\u00e7\u00e3o nacional, sendo muito importante na cadeira cafeicultora.\u201d<\/p>\n<p>Essas foram palavras de S\u00e9rgio durante o <strong>&#8220;Encontro de Gigantes &#8211; A maior linha de cr\u00e9dito da hist\u00f3ria do BDMG para financiar a cafeicultura\u201d<\/strong>. O evento online \u00e9 promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte\u00ae.<\/p>\n<p class=\"ql-align-center\"><strong>A conversa pode ser vista na \u00edntegra aqui:<\/strong><\/p>\n<p><iframe class=\"ql-video\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KYOS-PrbvJU?showinfo=0\" width=\"616\" height=\"331\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"allowfullscreen\" data-mce-fragment=\"1\"><\/iframe><\/p>\n<p>Ao fazer a apresenta\u00e7\u00e3o do <u>BDMG Funcaf\u00e9<\/u>, S\u00e9rgio Gusm\u00e3o destacou o potencial de Minas Gerais, considerando o estado um grande patrim\u00f4nio.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio enxerga o papel das cooperativas como crucial. Ele explanou que Minas se mant\u00eam no 1\u00ba lugar do ranking nacional de produ\u00e7\u00e3o de caf\u00e9, gerando cerca de 3 milh\u00f5es de empregos diretos e indiretos.<\/p>\n<p>Gusm\u00e3o abordou alguns desafios que a COVID-19 trouxe para as principais \u00e1reas de produ\u00e7\u00e3o, como: \u201cter uma maior aten\u00e7\u00e3o aos movimentos de colhedores, novos procedimentos de controle e higieniza\u00e7\u00e3o, cursos adicionais de produ\u00e7\u00e3o e poss\u00edvel diminui\u00e7\u00e3o da demanda e restri\u00e7\u00f5es de deslocamento\u201d.<\/p>\n<p>O BDMG Funcaf\u00e9 tem ampliado seus desembolsos ano a ano, atingindo R$ 303 milh\u00f5es na safra 2019\/2020, contemplando 2.600 produtores rurais no Estado, financiando 14 cooperativas.<\/p>\n<p>Para a safra 2020\/2021 o BDMG ter\u00e1 o terceiro maior or\u00e7amento de Funcaf\u00e9 no Brasil, atr\u00e1s apenas de dois grandes bancos com atua\u00e7\u00e3o nacional, disponibilizando para o setor R$ 392,4 milh\u00f5es. O valor representa 55% de acr\u00e9scimo comparado ao or\u00e7amento da safra anterior.<\/p>\n<p>Os recursos do Funcaf\u00e9 operados pelo BDMG s\u00e3o distribu\u00eddos em tr\u00eas linhas: comercializa\u00e7\u00e3o, financiamento para a aquisi\u00e7\u00e3o de caf\u00e9 e capital de giro, com taxas iniciais de 5% ao ano.<\/p>\n<p>Gusm\u00e3o fecha a explica\u00e7\u00e3o dizendo que \u201cDe fato \u00e9 um desafio grande e ao mesmo tempo uma conquista ter esse volume de recursos dispon\u00edveis pra safra 20\/21 e n\u00f3s esperamos trabalhar em parceria com as cooperativas pra gente, novamente, atingir a meta de 100% dos recursos alocados\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Magalh\u00e3es, diretor presidente da Cooperativa Minasul, contou que o banco BDMG \u00e9 o segundo maior parceiro da cooperativa, em termos financeiros. Isso representa um apoio muito grande para a cafeicultura:<\/p>\n<p>\u201cEsse ano temos quantidade, qualidade e precisamos da lucratividade. O dinheiro vindo na hora certa e com o custo adequado, vai nos ajudar a escalonar a nossa oferta de produto de caf\u00e9 no mercado.\u201d<\/p>\n<p>Segundo Jos\u00e9, o agroneg\u00f3cio vive um grande momento. \u201cHoje estamos no centro das aten\u00e7\u00f5es. Se olharmos a hist\u00f3ria, nos \u00faltimos 30, 40 anos, o agro sai de 10% para 25% do PIB. As atividades que giram em torno do agro (transporte, log\u00edstica etc) atualmente chegam a quase 40% do PIB. Quando falamos em cooperativas a maioria s\u00e3o pequenos propriet\u00e1rios que usam os recursos para ter uma boa condi\u00e7\u00e3o de administra\u00e7\u00e3o do seu neg\u00f3cio, com um parceiro como o BDMG isso fica muito mais f\u00e1cil\u201d.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Magalh\u00e3es relata a import\u00e2ncia desses recursos para os produtores e diz que, ainda mais nesse momento de pandemia, ser\u00e1 imprescind\u00edvel para o desenvolvimento dos cooperados.<\/p>\n<p>Ricardo Bartholo, presidente da Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocaccer), relatou sua vis\u00e3o como cafeicultor: \u201cVivemos no melhor momento. No momento de colher os frutos. Esse momento que estamos vivendo \u00e9 de muita incerteza para o produtor. O aporte dos fundos do Funcaf\u00e9 vai ser o ponto chave para o mercado n\u00e3o cair mais. O momento \u00e9 colocar todo o recurso poss\u00edvel no caixa, fazer uma estrat\u00e9gia de reter os caf\u00e9s sem pressionar a oferta no mercado\u201d.<\/p>\n<p>Marcela Brant, diretora executiva do BDMG, citou a celeridade do banco para os processos: \u201cO banco est\u00e1 procurando ser o mais \u00e1gil poss\u00edvel. Atualmente estamos revisando todas as linhas de cr\u00e9dito das cooperativas, clientes e potenciais clientes. Procurando simplificar todos os processos\u201d.<\/p>\n<p>Marco Brito, presidente da Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Tr\u00eas Pontas (Cocatrel), fala da relev\u00e2ncia do caf\u00e9: \u201cQueria destacar que o caf\u00e9, al\u00e9m de ser um produto sofisticado, \u00e9 um produto muito financeiro tamb\u00e9m. A mola propulsora do capitalismo \u00e9 o cr\u00e9dito. Naturalmente, as cooperativas s\u00e3o empresas capitalistas sociais. \u00c9 muito importante esse financiamento, essa parceria. O BDMG passou a fomentar cada dia mais a cafeicultura, mostrando o acr\u00e9scimo da agricultura no PIB brasileiro. \u00c9 um recurso muito importante para os cafeicultores\u201d.<\/p>\n<p>Ronaldo Amaral, Gerente de neg\u00f3cios no BDMG, respons\u00e1vel pelos neg\u00f3cios no setor de cafeicultura, ressaltou que todas as conquistas do banco foram alcan\u00e7adas atrav\u00e9s de muitas m\u00e3os. \u201cEntendemos a relev\u00e2ncia do setor cafeeiro para o estado e a import\u00e2ncia de apoiar e dar suporte para que ele cres\u00e7a e desenvolva a economia. Al\u00e9m de servir de base para a retomada ap\u00f3s a crise do coronav\u00edrus\u201d.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Gusm\u00e3o falou que as cooperativas se sofisticaram muito, algumas com opera\u00e7\u00f5es at\u00e9 fora do Brasil. Disse que al\u00e9m do cr\u00e9dito, \u00e9 preciso que o banco BDMG esteja mais pr\u00f3ximo das cooperativas, participando dos eventos, apoiando com intelig\u00eancia e ter uma atua\u00e7\u00e3o mais em rede. \u201cEstamos aqui \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o de voc\u00eas, na opera\u00e7\u00e3o e na articula\u00e7\u00e3o institucional pra gente trabalhar juntos em outros temas al\u00e9m da aloca\u00e7\u00e3o de recursos\u201d.<\/p>\n<p><strong>S\u00e9rgio Gusm\u00e3o Suchodolski<\/strong> \u00e9 presidente do Banco BDMG e tamb\u00e9m vice-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Desenvolvimento (ABDE). \u00c9 membro da Associa\u00e7\u00e3o Latino-Americana de Institui\u00e7\u00f5es Financeiras para o Desenvolvimento (ALIDE) e da diretoria da Biomm.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Gusm\u00e3o foi superintendente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). Tamb\u00e9m atuou como chefe da Assessoria Internacional da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica e supervisor de Rela\u00e7\u00f5es Internacionais e Com\u00e9rcio Exterior da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo (Fiesp).<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, em sua carreira, S\u00e9rgio Gusm\u00e3o j\u00e1 passou por diversas institui\u00e7\u00f5es como o New Development Bank (NBD) de Xangai, na China e a Continetal Grain Company.<\/p>\n<p>S\u00e9rgio Gusm\u00e3o Suchodolski \u00e9 bacharel em Direito pela Universidade de S\u00e3o Paulo, tem mestrado em Direito pela Harvard Law School (EUA) e mestrado nas \u00e1reas de Com\u00e9rcio Internacional, Economia e Ci\u00eancias Pol\u00edticas pelo Instituto de Estudos de Paris (Fran\u00e7a).<\/p>\n<p><strong>Ricardo Bartholo<\/strong> est\u00e1 como Presidente do Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Expocaccer, Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado.<\/p>\n<p>Richardo Bartholo \u00e9 cafeicultor desde 1988 em Patroc\u00ednio, munic\u00edpio da regi\u00e3o do Tri\u00e2ngulo Mineiro. Al\u00e9m disso, Ricardo Bartholo \u00e9 produtor de milho e soja, que s\u00e3o utilizados na nutri\u00e7\u00e3o de sua granja de su\u00ednos.<\/p>\n<p><strong>Jos\u00e9 Marcos Rafael Magalh\u00e3es<\/strong> \u00e9 diretor presidente da Minasul, a segunda maior cooperativa de cafeicultores do estado de Minas Gerais. Jos\u00e9 Marcos participou de v\u00e1rios cursos de especializa\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos, Alemanha, It\u00e1lia, Su\u00ed\u00e7a, Finl\u00e2ndia, Jap\u00e3o e ocupou cargos de dire\u00e7\u00e3o em empresas dos setores estatal, privado e multinacional, atuando no Brasil e no exterior, com trabalhos desenvolvidos em v\u00e1rias culturas e pa\u00edses.<\/p>\n<p>Em sua atua\u00e7\u00e3o \u00e0 frente da Minasul, busca fazer o melhor pelos cafeicultores e pelo caf\u00e9 do Sul de Minas Gerais.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Marcos Rafael Magalh\u00e3es \u00e9 graduado em Engenharia Eletr\u00f4nica e de Telecomunica\u00e7\u00e3o pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais (PUC-MG) e tem p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Econ\u00f4mica, Marketing, Gest\u00e3o de Pessoas, Gest\u00e3o Empresarial, Planejamento Estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso tamb\u00e9m possui MBA\u2019s em Gest\u00e3o Estrat\u00e9gica de Empresas e Planejamento Integrado.<\/p>\n<p><strong>Marco Val\u00e9rio Ara\u00fajo Brito<\/strong> \u00e9 presidente da Cocatrel. \u00c0 frente da Cocatrel, Marco Val\u00e9rio tem o desafio de implementar novas tecnologias para aumentar a efici\u00eancia da cooperativa, rentabilizando bem os cooperados e trazendo-os para mais perto da sua gest\u00e3o.<\/p>\n<p>Cafeicultor h\u00e1 25 anos, Marco Val\u00e9rio tamb\u00e9m tem mais de 20 anos de experi\u00eancia no mercado financeiro, com atua\u00e7\u00e3o em mercados de a\u00e7\u00f5es, futuros e commodities como s\u00f3cio fundador de empresas de investimentos.<\/p>\n<p>Marco Val\u00e9rio Ara\u00fajo Brito tem gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Com\u00e9rcio Exterior pelo Centro Universit\u00e1rio Una e Administra\u00e7\u00e3o de Empresas Pela Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica de Minas Gerais (PUC-MG).<\/p>\n<p><strong>Ronaldo Amaral<\/strong> \u00e9 Gerente de Neg\u00f3cios no BDMG, respons\u00e1vel pelo relacionamento com o setor de cafeicultura &#8211; traders, cooperativas e torrefa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Ronaldo representa o banco BDMG em alguns eventos, buscando o financiamento de empresas que atuam em Minas Gerais.<\/p>\n<p><strong>Marcela Brant<\/strong> &#8211; Diretora Executiva respons\u00e1vel pela Diretoria Comercial, de Pessoas e Produtos no BDMG.<\/p>\n<p>Marcela atua no banco h\u00e1 20 anos. Marcela Brant \u00e9 graduada em Administra\u00e7\u00e3o pela UFMG, tem MBA Executivo em Gest\u00e3o Organizacional e em Finan\u00e7as pelo IBMEC e especializa\u00e7\u00e3o em Gest\u00e3o de Pessoas pelo INSEAD Fontainebleau\/Fran\u00e7a.<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos! Confira toda a programa\u00e7\u00e3o do Encontro com Gigantes e fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o pelo link:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer nofollow\">https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cSe Minas Gerais fosse um pa\u00eds seria talvez o segundo maior produtor de caf\u00e9 do mundo. 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