{"id":1782,"date":"2020-12-01T15:14:56","date_gmt":"2020-12-01T18:14:56","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=1782"},"modified":"2023-01-10T14:54:23","modified_gmt":"2023-01-10T17:54:23","slug":"manejo-integrado-de-doencas-da-soja-aumenta-a-produtividade-e-rentabilidade-da-lavoura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/manejo-integrado-de-doencas-da-soja-aumenta-a-produtividade-e-rentabilidade-da-lavoura\/","title":{"rendered":"Manejo integrado de doen\u00e7as da soja aumenta a produtividade e rentabilidade da lavoura"},"content":{"rendered":"<p>As doen\u00e7as que atingem a cultura da soja podem fazer com que a lavoura perca produtividade e rentabilidade. Mas como evitar esses problemas?<\/p>\n<p>Realizar um planejamento do manejo integrado das doen\u00e7as que atingem a soja \u00e9 muito importante para que os n\u00edveis de produ\u00e7\u00e3o continuem altos, mas para isso \u00e9 preciso pensar uma s\u00e9rie de passos.<\/p>\n<p>Para falar sobre esse assunto, a Doutora em Fitopatologia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ\/USP), s\u00f3cia-propriet\u00e1ria e pesquisadora da PlantCare, Dra. Simone Brand participou do <strong>\u201cEncontro com Gigantes \u2013 Manejo integrado de doen\u00e7as na cultura da soja\u201d<\/strong>.<\/p>\n<p>O evento foi promovido pela Verde, empresa que produz os fertilizantes multinutrientes Sil\u00edcio Forte, K Forte<sup>\u00ae<\/sup>, K Forte Boro e BAKS, no dia 26 de novembro de 2020.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir a conversa, mediada por Rodrigo MacLeod, na \u00edntegra pelo link:<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_66632\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/osdN7IQE2uI?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<h2>Quatro passos principais para realizar um bom manejo integrado das doen\u00e7as da soja<\/h2>\n<p>A soja \u00e9 uma das culturas mais importantes do agroneg\u00f3cio brasileiro, com o pa\u00eds atualmente sendo o maior produtor de soja do mundo, conseguindo passar \u00e0 frente de outro gigante desse mercado, os Estados Unidos.<\/p>\n<p>Entretanto, lidar com as doen\u00e7as e pragas \u00e9 fundamental para manter esses altos n\u00edveis de produtividade e isso exige planejamento. A Dra. Simone Brand, Doutora em Fitopatologia pela ESALQ\/USP, destaca que um bom planejamento exige quatro passos principais:<\/p>\n<ol>\n<li>Conhecimento do perfil qu\u00edmico, f\u00edsico e biol\u00f3gico do solo;<\/li>\n<li>Conhecimento do material gen\u00e9tico tanto das plantas da lavoura quanto de poss\u00edveis pragas, como nematoides;<\/li>\n<li>Tratamento de sementes;<\/li>\n<li>Manejo cultural, atrav\u00e9s da cobertura de solo e da rota\u00e7\u00e3o de culturas.<\/li>\n<\/ol>\n<p>Cada um desses passos tem as suas especificidades de acordo com o local onde se encontra a lavoura e entender bem essas particularidades \u00e9 fundamental para que o controle das pragas da soja seja bem-sucedido.<\/p>\n<p>A Dra. Simone cita, por exemplo, a quest\u00e3o do manejo cultural. A cobertura de solo ajuda a diminuir respingos que podem espalhar agentes patol\u00f3gicos para \u00e1reas superiores da planta, mas \u00e9 preciso analisar qual tipo de cobertura vai se adequar melhor ao agente que atinge a planta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro exemplo citado pela pesquisadora \u00e9 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 rota\u00e7\u00e3o de culturas. Segundo a Dra. Simone, muitas vezes o intervalo que o produtor faz entre uma safra e outra de soja, com outra cultura, n\u00e3o \u00e9 suficiente para eliminar os agentes patol\u00f3gicos:<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s n\u00e3o temos, via de regra no Brasil, sistemas estabelecidos de rota\u00e7\u00e3o de culturas. N\u00f3s n\u00e3o temos um tempo para que o resto do in\u00f3culo seja degradado antes que o pr\u00f3ximo ciclo da cultura seja implantado. O per\u00edodo de uma safra de milho entre uma safra de soja e outro, por exemplo, n\u00e3o \u00e9 o suficiente para eliminar o in\u00f3culo de algumas doen\u00e7as. \u00c9 preciso pelo menos dois anos. Existe a quest\u00e3o econ\u00f4mica, o produtor pensa \u2018eu n\u00e3o vou deixar de plantar uma soja, que \u00e9 rent\u00e1vel\u2019, mas \u00e0s vezes \u00e9 preciso.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, respeitar pr\u00e1ticas como o vazio sanit\u00e1rio, quando n\u00e3o h\u00e1 nenhum tipo de planta\u00e7\u00e3o de soja, ajuda a evitar a contamina\u00e7\u00e3o por agentes altamente contaminantes que viajam pelo ar, como os in\u00f3culos da ferrugem asi\u00e1tica.<\/p>\n<p>Mas e quando ocorre a infec\u00e7\u00e3o? \u00c9 preciso utilizar outras estrat\u00e9gias, como o controle qu\u00edmico.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-3525028708\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>Controle qu\u00edmico: quando realizar e os cuidados necess\u00e1rios<\/h2>\n<p>Uma ferramenta importante no manejo e controle de pragas da soja s\u00e3o os agentes qu\u00edmicos utilizados para eliminar os agentes patol\u00f3gicos. A Dra. Simone explica que eles n\u00e3o devem ser utilizados para aumentar a produtividade e sim preserv\u00e1-la em caso de necessidade.<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 preciso que os outros passos do manejo integrado, como o conhecimento do material gen\u00e9tico das plantas e das doen\u00e7as e o tratamento das sementes seja bem realizado.<\/p>\n<p>Este \u00faltimo \u00e9 de suma import\u00e2ncia, j\u00e1 que, dependendo do caso, uma quantidade baixa de sementes infectadas com agentes patol\u00f3gicos pode levar a doen\u00e7a para uma grande quantidade de plantas, especialmente no caso dos fungos. A Dra. Simone tamb\u00e9m ressalta que:<\/p>\n<p>\u201cNo mercado a gente tem boas op\u00e7\u00f5es de controle, mas mais voltadas para pragas, n\u00e3o tanto para fungos. E sempre que poss\u00edvel \u00e9 melhor dar prefer\u00eancia para o tratamento industrial das sementes, porque ele tem mais uniformidade e n\u00e3o corre o risco de ter subdoses ou hiperdoses nas sementes.\u201d<\/p>\n<p>O conhecimento do material gen\u00e9tico tamb\u00e9m \u00e9 importante, j\u00e1 que ele est\u00e1 ligado diretamente \u00e0 efici\u00eancia dos produtos utilizados no controle das pragas e doen\u00e7as. Nessa \u00e1rea, \u00e9 preciso avaliar par\u00e2metros como muta\u00e7\u00f5es e resist\u00eancias. Sobre as muta\u00e7\u00f5es, a Dra. Simone explica:<\/p>\n<p>\u201cSempre que a gente pensa em controle qu\u00edmico, a gente pode pensar no fungo como uma fechadura. O defensivo vai ser a chave. Quando a gente tem uma muta\u00e7\u00e3o, a fechadura muda e o fungicida, a chave, n\u00e3o vai conseguir atuar.\u201d<\/p>\n<p>Por isso, \u00e9 preciso sempre estar atento e fazendo an\u00e1lises para entender o perfil gen\u00e9tico da praga que atinge a lavoura e adaptar o controle. O mesmo se aplica \u00e0s pragas que t\u00eam resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Segundo a Dra. Simone, em uma popula\u00e7\u00e3o de indiv\u00edduos, sempre h\u00e1 aqueles que s\u00e3o resistentes aos produtos utilizados e estes ir\u00e3o sobreviver \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o, se reproduzindo e tornando o tratamento in\u00fatil. Para diminuir esse efeito, \u00e9 preciso variar os mecanismos de controle, fazer associa\u00e7\u00f5es de produtos, etc.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso planejar o melhor momento de aplicar o agente qu\u00edmico, j\u00e1 que cada um vai agir em uma etapa do desenvolvimento do pat\u00f3geno. Outro passo importante \u00e9 combinar esse tipo de controle com outras estrat\u00e9gias.<\/p>\n<p>Entre essas estrat\u00e9gias, est\u00e1 a nutri\u00e7\u00e3o adequada da lavoura de soja.<\/p>\n<h2>O papel dos nutrientes no aumento das defesas da lavoura de soja<\/h2>\n<p>O uso dos controles qu\u00edmicos \u00e9 importante para combater a a\u00e7\u00e3o de pat\u00f3genos j\u00e1 instalados na lavoura, assim como prevenir que eles consigam infectar as plantas em alguns casos. Entretanto, quando se fala de preven\u00e7\u00e3o, \u00e9 importante pensar tamb\u00e9m na nutri\u00e7\u00e3o, especialmente a com micronutrientes.<\/p>\n<p>A Dra. Simone avalia que a nutri\u00e7\u00e3o em termos de micronutrientes ainda n\u00e3o est\u00e1 bem consolidada como pr\u00e1tica na agricultura brasileira. Entretanto, ela ressalta que ela \u00e9 importante para evitar que as pragas e doen\u00e7as se instalem na lavoura.<\/p>\n<p>Outro ponto destacado pela pesquisadora \u00e9 que muitas vezes n\u00e3o h\u00e1 um equil\u00edbrio na nutri\u00e7\u00e3o, com foco em nutrientes como o nitrog\u00eanio, pot\u00e1ssio e o f\u00f3sforo e o desbalanceamento dos outros:<\/p>\n<p>\u201cEquil\u00edbrio \u00e9 muito importante. N\u00f3s quando estamos bem nutridos, descansados, uma gripe n\u00e3o nos pega muito f\u00e1cil. Assim tamb\u00e9m \u00e9 com a planta. Com uma planta bem nutrida, n\u00e3o vai haver o impedimento da penetra\u00e7\u00e3o dos pat\u00f3genos, mas vai dificultar e atenuar.\u201d<\/p>\n<p>Nesse ponto, o sil\u00edcio, que n\u00e3o \u00e9 nem um macronutriente nem um micronutriente, mas \u00e9 considerado um nutriente essencial para as plantas, tem um papel muito importante no aumento das defesas naturais contra pragas e doen\u00e7as.<\/p>\n<p>O sil\u00edcio forma uma esp\u00e9cie de barreira f\u00edsica, tanto nas ra\u00edzes quanto nas folhas, ajudando a retardar a penetra\u00e7\u00e3o dos pat\u00f3genos. A Dra. Simone exemplifica que nas ra\u00edzes, por exemplo, isso vai ajudar a atrasar a penetra\u00e7\u00e3o de nematoides. J\u00e1 nas folhas, a barreira de s\u00edlica dificulta a penetra\u00e7\u00e3o de fungos.<\/p>\n<p>Isso possibilita tanto que sejam tomadas a\u00e7\u00f5es de controle com fungicidas ou outros produtos, quanto da pr\u00f3pria planta ativar suas defesas, explica a pesquisadora:<\/p>\n<p>\u201cSe voc\u00ea pensar em atrasar a penetra\u00e7\u00e3o do fungo, voc\u00ea tem mais tempo pra entrar com o fungicida. Ent\u00e3o eles v\u00e3o se complementando. Al\u00e9m disso, atrasou a penetra\u00e7\u00e3o, d\u00e1 tempo de a planta ativar as respostas de defesa e ent\u00e3o quando ele penetrar, tem uma resposta melhor, como por exemplo as c\u00e9lulas se matarem pra evitar que o fungo se reproduza.\u201d<\/p>\n<h2>Ter uma vis\u00e3o integrada do manejo \u00e9 o mais importante<\/h2>\n<p>Concluindo a conversa, a Dra. Simone Brand ressaltou que nenhuma das ferramentas do manejo integrado funciona sozinha. O controle qu\u00edmico, por exemplo, \u00e9 eficiente em algumas situa\u00e7\u00f5es \u00e0 curto prazo, mas h\u00e1 relatos de perda de efici\u00eancia com o tempo, por exemplo.<\/p>\n<p>Para a Doutora em Fitopatologia, \u00e9 positivo que hoje se pense mais no conjunto de a\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>\u201cA gente tinha uma vis\u00e3o muito focada no controle qu\u00edmico, mas que bom que hoje a gente tem uma vis\u00e3o mais hol\u00edstica do sistema, pensando l\u00e1 na base, na nutri\u00e7\u00e3o, no qu\u00edmico, etc. colocando v\u00e1rios tijolinhos no manejo.\u201d<\/p>\n<p>Para entender mais sobre o manejo integrado de doen\u00e7as da soja, confira o v\u00eddeo do Encontro com Gigantes na \u00edntegra!<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos. Confira toda a programa\u00e7\u00e3o do Encontro com Gigantes e fa\u00e7a sua inscri\u00e7\u00e3o pelo link: <a href=\"https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">https:\/\/www.kforte.com.br\/encontrocomgigantes\/<\/a><\/p>\n<p><strong>Dra. Simone Brand \u2013 <\/strong>Simone Cristiane Brand \u00e9 Doutora em Fitopatologia pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ\/USP). Al\u00e9m disso, \u00e9 s\u00f3cia-propriet\u00e1ria e pesquisadora da PlantCare,\u00a0 esta\u00e7\u00e3o experimental que realiza testes de efic\u00e1cia agron\u00f4mica, elabora\u00e7\u00e3o de laudos, atividades de ensino e orienta\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. Dentro da PlantCare, a Dra. Simone exerce atividades voltadas para pesquisa e presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os para empresas Nacionais e Multinacionais de Defensivos Agr\u00edcolas. Especialista em Agroneg\u00f3cio e Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios tamb\u00e9m pela ESALQ\/USP, ela tamb\u00e9m \u00e9 orientadora nos cursos de Agroneg\u00f3cio e Gest\u00e3o de Neg\u00f3cios do Programa de Educa\u00e7\u00e3o Continuada em Economia e Gest\u00e3o de Empresas (PECEGE) da ESALQ. Simone Brand tamb\u00e9m \u00e9 professora no curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Fitossanidade do Centro Universit\u00e1rio da Funda\u00e7\u00e3o de Ensino Oct\u00e1vio Bastos (UNIFEOB).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea sabia que as doen\u00e7as que atingem a cultura da soja podem fazer com que a lavoura perca produtividade e rentabilidade. Dra. 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