{"id":1526,"date":"2020-10-09T21:20:14","date_gmt":"2020-10-10T00:20:14","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/?p=1526"},"modified":"2023-01-10T14:27:00","modified_gmt":"2023-01-10T17:27:00","slug":"entenda-como-os-microrganismos-promotores-do-crescimento-beneficiam-as-plantas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/entenda-como-os-microrganismos-promotores-do-crescimento-beneficiam-as-plantas\/","title":{"rendered":"Entenda como os microrganismos promotores do crescimento beneficiam as plantas"},"content":{"rendered":"<p>A rizosfera \u00e9 o ambiente que contempla as ra\u00edzes das plantas e o ambiente do solo: ar, \u00e1gua e microrganismos. Nesse ambiente, h\u00e1 uma grande variabilidade gen\u00e9tica, com uma enorme quantidade de informa\u00e7\u00f5es &#8211; ou seja, de instru\u00e7\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que interagem entre si e promovem o crescimento das plantas.<\/p>\n<p>Para explicar como funciona essa intera\u00e7\u00e3o e o que s\u00e3o os microrganismos promotores do crescimento das plantas, o Dr. Admilton Gon\u00e7alves de Oliveira J\u00fanior e Geovanni Pinheiro, especialistas no assunto, participaram do Encontro com Gigantes.<\/p>\n<p>O evento online foi promovido pela Verde, empresa que produz o fertilizante K Forte\u00ae, nesta quinta, 08 de outubro.<\/p>\n<p>A conversa pode ser vista na \u00edntegra aqui:<\/p>\n<div class=\"epyt-video-wrapper\"><iframe  id=\"_ytid_37689\"  width=\"1170\" height=\"658\"  data-origwidth=\"1170\" data-origheight=\"658\"  data-relstop=\"1\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/uc50Y5fV_LY?enablejsapi=1&#038;autoplay=0&#038;cc_load_policy=0&#038;cc_lang_pref=&#038;iv_load_policy=1&#038;loop=0&#038;modestbranding=1&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;playsinline=0&#038;autohide=2&#038;theme=dark&#038;color=red&#038;controls=1&#038;\" class=\"__youtube_prefs__  epyt-is-override  no-lazyload\" title=\"YouTube player\"  allow=\"fullscreen; accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture\" allowfullscreen data-no-lazy=\"1\" data-skipgform_ajax_framebjll=\"\"><\/iframe><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Geovanni Pinheiro, engenheiro agr\u00f4nomo pela Universidade Federal de Goi\u00e1s, mestrando em Produ\u00e7\u00e3o Vegetal com \u00eanfase em Fisiologia Vegetal na mesma institui\u00e7\u00e3o, destacou que os microrganismos promotores de crescimento s\u00e3o aqueles que precisam estar em contato com as plantas.<\/p>\n<p>Nesse contato, tanto a planta quanto esses seres microsc\u00f3picos usam o seu <em>pool <\/em>gen\u00e9tico, ou seja, aquelas informa\u00e7\u00f5es contidas em seu DNA, para produzirem subst\u00e2ncias que interagem entre si, beneficiando ambos, numa rela\u00e7\u00e3o de simbiose.<\/p>\n<p>O conjunto de microrganismos que tem uma intera\u00e7\u00e3o com as plantas atrav\u00e9s das ra\u00edzes \u00e9 chamado de microbioma. Geovanni Pinheiro ressalta que nem sempre eles podem ter efeitos positivos, neutros ou negativos nessa intera\u00e7\u00e3o. O engenheiro agr\u00f4nomo destacou alguns microrganismos que podem ter efeitos ben\u00e9ficos:<\/p>\n<ul>\n<li>Bact\u00e9rias fixadoras de nitrog\u00eanio;<\/li>\n<li>Fungos micorr\u00edzicos;<\/li>\n<li>Rizobact\u00e9rias promotoras de crescimento das plantas;<\/li>\n<li>Organismos de controle biol\u00f3gico;<\/li>\n<li>Fungos micoparas\u00edticos;<\/li>\n<li>Protozo\u00e1rios;<\/li>\n<li>Fungos patog\u00eanicos;<\/li>\n<li>Oomicetos;<\/li>\n<li>Bact\u00e9rias;<\/li>\n<li>Nematoides.<\/li>\n<\/ul>\n<h2>\u00a0A planta e o microbioma<\/h2>\n<p>A planta interage com o microbioma, como apresentou Geovanni Pinheiro. Existem microrganismos que causam efeitos ben\u00e9ficos \u00e0 vida da planta e a planta tem efeito positivo em sua reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O processo de forma\u00e7\u00e3o do microbioma \u00e9 complexo, mas Geovanni explica que, de maneira geral, o ciclo funciona da seguinte maneira:<\/p>\n<p>\u201cA planta exsuda alguns compostos com carbono na rizosfera, e o carbono funciona como centro de energia desses organismos, tanto da planta, quanto dos microrganismos. Esses compostos servem para atrair esses microrganismos at\u00e9 a rizosfera e auxiliam na reprodu\u00e7\u00e3o dos que j\u00e1 se encontram ali naquele ambiente\u201d.<\/p>\n<p>Um fato interessante \u00e9 que do mesmo modo que os compostos podem ser atrativos para alguns microrganismos eles tamb\u00e9m s\u00e3o repelentes e inibidores de desenvolvimento de outros organismos.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o da Dimboa. Em 1962 foi catalogada uma subst\u00e2ncia do milho que foi chamada de \u201csubst\u00e2ncia doce do milho\u201d. Algumas d\u00e9cadas depois, os pesquisadores nomearam essa subst\u00e2ncia de Dimboa (<em>Dimboa Glicosidase) .<\/em><\/p>\n<p>Essa mol\u00e9cula funciona como um antibi\u00f3tico e fica de forma inativa dentro do tecido do milho e quando ocorre algum ataque, de algum inseto mastigador, ela ativa esse mecanismo de defesa contra os insetos mastigadores.<\/p>\n<p>Acontece que a Dimboa ent\u00e3o vai para o sistema radicular do milho e, gra\u00e7as ao seu efeito antibi\u00f3tico, ela acaba eliminando os microrganismos presentes ali tamb\u00e9m. Entretanto, uma esp\u00e9cie de bact\u00e9ria, a <em>Pseudomonas putida<\/em> n\u00e3o sofre com essa a\u00e7\u00e3o da Dimboa, se estabelecendo na rizosfera da planta.<\/p>\n<p>Assim, como parte da evolu\u00e7\u00e3o do sistema vivo da rizosfera, a planta acaba selecionando para a rizosfera aqueles que s\u00e3o positivos, que passam a ter com ela uma rela\u00e7\u00e3o de simbiose.<\/p>\n<div class=\"verde-content_3\" id=\"verde-2862559545\"><a class=\"text-color-btn\" href=\"https:\/\/wa.me\/5531999206297?text=Ol%C3%A1%2C%20vi%20o%20artigo%20no%20blog%20e%20gostaria%20de%20saber%20mais%20sobre%20os%20fertilizantes%20da%20Verde%20Agritech\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">\r\n    <button class=\"btn-form-blog\">Quero revolucionar a produ\u00e7\u00e3o da minha lavoura<\/button>\r\n<\/a>\r\n\r\n<style>\r\n    .text-color-btn {\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n        text-decoration: none; \/* Adicionado para evitar sublinhado no link *\/\r\n        display: inline-block;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog {\r\n        padding: 14px;\r\n        background-color: #38a38c;\r\n        color: #fff;\r\n        border: none;\r\n        border-radius: 20px;\r\n        cursor: pointer;\r\n    }\r\n\r\n    .text-color-btn:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    .btn-form-blog:hover {\r\n        background-color: #333;\r\n        transition: 0.4s;\r\n    }\r\n\r\n    @media only screen and (max-width: 600px) {\r\n        .text-color-btn {\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n        .btn-form-blog {\r\n            padding: 14px;\r\n            background-color: #38a38c;\r\n            color: #fff;\r\n        }\r\n    }\r\n<\/style><\/div><h2>O papel do microbioma na promo\u00e7\u00e3o do crescimento das plantas<\/h2>\n<p>Mas como o microbioma e os microrganismos presentes nele influenciam no crescimento e desenvolvimento das plantas? Geovanni pinheiro explica que existem diversos mecanismos que fazem com que isso aconte\u00e7a.<\/p>\n<p>Eles podem ser divididos em mecanismos diretos e mecanismos indiretos. Os mecanismos diretos t\u00eam a ver, entre outras coisas, com a fixa\u00e7\u00e3o e solubiliza\u00e7\u00e3o de nutrientes que s\u00e3o importantes para que as plantas se desenvolvam, como o nitrog\u00eanio, o fosfato e o pot\u00e1ssio.<\/p>\n<p>J\u00e1 os indiretos est\u00e3o relacionados \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de subst\u00e2ncias que ajudam no combate a pat\u00f3genos nocivos, de enzimas e outras subst\u00e2ncias que ajudam nos processos biometab\u00f3licos das plantas.<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Mecanismo diretos<\/strong>\n<ul>\n<li>Fixa\u00e7\u00e3o de nitrog\u00eanio;<\/li>\n<li>Solubiliza\u00e7\u00e3o de fosfato;<\/li>\n<li>Solubiliza\u00e7\u00e3o de K;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de sider\u00f3foros;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de fitorm\u00f4nios.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Mecanismos indiretos<\/strong>\n<ul>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de antibi\u00f3ticos;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de enzimas hidrol\u00edticas;<\/li>\n<li>Indu\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia sist\u00eamica;<\/li>\n<li>Produ\u00e7\u00e3o de exopolissacar\u00eddeos.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h2>Rizobact\u00e9rias promotoras do crescimento em plantas<\/h2>\n<p>Conforme os dados trazidos por Geovanni Pinheiro, as rizobact\u00e9rias ocupam de 7% a 15% das superf\u00edcies das ra\u00edzes: <em>\u201cExistem mais de 30 mil esp\u00e9cies de bact\u00e9rias, mas apenas 8% delas foram identificadas. O que sabemos dessa intera\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 pouco, perto de tudo o que ainda podemos explorar\u201d.\u00a0 <\/em><\/p>\n<p>Ele enfatizou que existem dois tipos de rizobact\u00e9rias, aquelas que vivem dentro da ra\u00edz e aquelas externas que t\u00eam vida livre.<\/p>\n<p>J\u00e1 o Dr. Admilton Gon\u00e7alves de Oliveira J\u00fanior, doutor em microbiologia pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e professor adjunto do Departamento de Microbiologia pela mesma institui\u00e7\u00e3o, destacou que esses microrganismos podem ser utilizados para o tratamento de sementes, mudas, ra\u00edzes, frutos, pulveriza\u00e7\u00f5es e p\u00f3s colheita:<\/p>\n<p><em>\u201cJ\u00e1 existem in\u00fameros produtos biol\u00f3gicos feitos \u00e0 base de <a href=\"https:\/\/blog.verde.ag\/pt\/encontro-com-gigantes\/os-beneficios-do-uso-de-bacterias-promotoras-de-crescimento-no-canavial\/\">bact\u00e9rias promotoras do crescimento<\/a> de plantas, que s\u00e3o comercializados mundo afora. As bact\u00e9rias atuam na produ\u00e7\u00e3o de \u00e1cidos, fitohorm\u00f4nios, enzimas, mineraliza\u00e7\u00e3o de nutrientes, fixa\u00e7\u00e3o do nitrog\u00eanio, aumento de absor\u00e7\u00e3o pelas ra\u00edzes, entre outros efeitos ben\u00e9ficos\u201d.<\/em><\/p>\n<p>O professor citou alguns desses produtos de acordo com suas diferentes fun\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li><strong>Biodefensivos<\/strong>\n<ul>\n<li>Nematicidas;<\/li>\n<li>Fungicidas;<\/li>\n<li>Bactericidas;<\/li>\n<li>Inseticidas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Inoculantes<\/strong>\n<ul>\n<li>Promotores de crescimento vegetal;<\/li>\n<li>Solubilizadores de fosfato.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Bioestimulantes\/ Probi\u00f3ticos<\/strong>\n<ul>\n<li>Bioestimulantes para psicultura.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul>\n<li><strong>Biof\u00e1rmacos<\/strong>\n<ul>\n<li>Antimicrobianos.<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h2>A ci\u00eancia do desenvolvimento dos bioprodutos<\/h2>\n<p>Mas como funciona o desenvolvimento dos bioprodutos? O Dr. Admilton explicou que n\u00e3o \u00e9 um processo simples ou barato, j\u00e1 que envolve muitos anos de pesquisa. Isso porque, ao lidar com organismos vivos, \u00e9 preciso seguir uma s\u00e9rie de protocolos, para garantir que os efeitos ben\u00e9ficos sejam alcan\u00e7ados, sem a ocorr\u00eancia de riscos.<\/p>\n<p>De maneira geral, o professor descreve que o processo tem duas etapas:<\/p>\n<ul>\n<li>A primeira leva de 2 a 4 anos de pesquisa, com um custo aproximado de R$ 300 milh\u00f5es. Aqui, inclui os pesquisadores fazerem isolamento bioguiado, a partir de uma t\u00e9cnica in vitro de f\u00e1cil execu\u00e7\u00e3o. Isso \u00e9 importante para identificar os principais atributos dos microrganismos que s\u00e3o candidatos a se tornarem bioprodutos agr\u00edcolas. Nessa etapa, os microrganismos pesquisados s\u00e3o divididos em grupos, conforme a sua aplica\u00e7\u00e3o;<\/li>\n<li>J\u00e1 a segunda etapa tem um per\u00edodo de desenvolvimento de 3 a 8 anos. Aqui, s\u00f3 com aqueles grupos de microrganismos que tiveram os melhores resultados s\u00e3o analisados. Nessa fase de pesquisas, faz-se o sequenciamento gen\u00f4mico, etapa que chamam de \u201c<em>downstream<\/em>\u201d, para a cria\u00e7\u00e3o de novos produtos. \u00c9 aqui que tamb\u00e9m s\u00e3o realizadas as experimenta\u00e7\u00f5es em campo, para avalia\u00e7\u00e3o de diversos par\u00e2metros de efici\u00eancia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Embora exija um alto grau de investimento, tanto em tempo quanto financeiro, a pesquisa com microrganismos promotores do crescimento de plantas tem um potencial enorme para beneficiar o agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p>Isso porque esses pequenos seres s\u00e3o fundamentais para que as plantas cres\u00e7am de maneira mais saud\u00e1vel e produzam mais e com mais qualidade.<\/p>\n<p>Quer saber mais sobre os microrganismos promotores do crescimento de plantas? Confira o v\u00eddeo na \u00edntegra!<\/p>\n<p>N\u00e3o perca os pr\u00f3ximos eventos! 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